Ato contra as demissões do CPDOC

O ato teve presença e apoio do Sinpro-rio (Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro), do ASFGV (Associação dos funcionários da FGV) e da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)

Escrito por: CUT Rio • Publicado em: 19/02/2018 - 16:54 • Última modificação: 19/02/2018 - 16:59 Escrito por: CUT Rio Publicado em: 19/02/2018 - 16:54 Última modificação: 19/02/2018 - 16:59

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Após a demissão de quatro grandes professoras e pesquisadoras do CPDOC (Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporanea do Brasil/FGV), os alunos da graduação e da pós fizeram um grande ato de repúdio neste dia 19 de fevereiro.

O ato teve presença e apoio do Sinpro-rio (Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro), do ASFGV (Associação dos funcionários da FGV) e da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro).

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Dulce Pandolfi era pesquisadora do CPDOC desde 1978, graduada em Ciências Sociais pela UFF, mestre em Ciência Política pelo IUPERJ e doutora em História pela UFF. No CPDOC, desenvolveu estudos sobre elites políticas brasileiras, partidos políticos e movimentos sociais. É autora e organizadora de diversos livros, entre eles Pernambuco de Agamenon Magalhães, Camaradas e Companheiros: memória e história do PCB, Memória Viva: 14 depoimentos sobre a política pernambucana e A República no Brasil, este último em co-autoria com Angela Castro Gomes e Verena Alberti. Dulce além de ter lutado contra a ditadura militar, contribuiu com um emocionante depoimento à Comissão Estadual da Verdade.

Mônica Kornis é doutora em Ciências das Comunicações - área de Cinema, Rádio e Televisão pela Escola de Comunicação e Artes da USP. No CPDOC desde 1979, era responsável pelo acervo audiovisual do CPDOC e integrava o corpo docente da graduação e do Programa de Pós-Graduação de História, Política e Bens Culturais e do Curso de Especialização em Cinema Documentário da FGV. Realizou curadorias de exposições de caráter histórico e como pesquisadora, já há mais de uma década desenvolve trabalhos que envolvem análises sobre a relação entre história, cinema e televisão.

Luciana Heymann é graduada em história, mestre em antropologia social e doutora em sociologia, integrava a equipe do CPDOC desde 1986. Em 2007, assumiu a coordenação do Programa de História Oral. Com vinte anos de experiência no campo da documentação, tem atuado junto a entidades da área arquivística, como o Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ, e o Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO, para o qual foi eleita vice-presidente no biênio 2009-2010. Sua produção acadêmica tem se voltado para o campo da sociologia da memória, tanto no que diz respeito aos processos sociais de construção e institucionalização de acervos pessoais como patrimônio público quanto no que toca às políticas memoriais e aos usos do passado em contextos de luta por direitos.

Verena Alberti é formada em história, mestre em antropologia social e doutora em teoria da literatura. Nos últimos anos se dedicou ao estudo da história das relações raciais no Brasil e à reflexão sobre o ensino de história. Tem larga experiência na realização de pesquisas de história oral, incluindo a constituição, a gestão e a preservação de acervos, além da transcrição e publicação de entrevistas. Dedica-se também a temas da filosofia e da história do pensamento ocidental. Suas pesquisas na área de história contemporânea do Brasil giram em torno de temas como modos de vida e consumo, história política, história de instituições e direito e cidadania.

Título: Ato contra as demissões do CPDOC, Conteúdo: Após a demissão de quatro grandes professoras e pesquisadoras do CPDOC (Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporanea do Brasil/FGV), os alunos da graduação e da pós fizeram um grande ato de repúdio neste dia 19 de fevereiro. O ato teve presença e apoio do Sinpro-rio (Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro), do ASFGV (Associação dos funcionários da FGV) e da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Dulce Pandolfi era pesquisadora do CPDOC desde 1978, graduada em Ciências Sociais pela UFF, mestre em Ciência Política pelo IUPERJ e doutora em História pela UFF. No CPDOC, desenvolveu estudos sobre elites políticas brasileiras, partidos políticos e movimentos sociais. É autora e organizadora de diversos livros, entre eles Pernambuco de Agamenon Magalhães, Camaradas e Companheiros: memória e história do PCB, Memória Viva: 14 depoimentos sobre a política pernambucana e A República no Brasil, este último em co-autoria com Angela Castro Gomes e Verena Alberti. Dulce além de ter lutado contra a ditadura militar, contribuiu com um emocionante depoimento à Comissão Estadual da Verdade. Mônica Kornis é doutora em Ciências das Comunicações - área de Cinema, Rádio e Televisão pela Escola de Comunicação e Artes da USP. No CPDOC desde 1979, era responsável pelo acervo audiovisual do CPDOC e integrava o corpo docente da graduação e do Programa de Pós-Graduação de História, Política e Bens Culturais e do Curso de Especialização em Cinema Documentário da FGV. Realizou curadorias de exposições de caráter histórico e como pesquisadora, já há mais de uma década desenvolve trabalhos que envolvem análises sobre a relação entre história, cinema e televisão. Luciana Heymann é graduada em história, mestre em antropologia social e doutora em sociologia, integrava a equipe do CPDOC desde 1986. Em 2007, assumiu a coordenação do Programa de História Oral. Com vinte anos de experiência no campo da documentação, tem atuado junto a entidades da área arquivística, como o Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ, e o Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO, para o qual foi eleita vice-presidente no biênio 2009-2010. Sua produção acadêmica tem se voltado para o campo da sociologia da memória, tanto no que diz respeito aos processos sociais de construção e institucionalização de acervos pessoais como patrimônio público quanto no que toca às políticas memoriais e aos usos do passado em contextos de luta por direitos. Verena Alberti é formada em história, mestre em antropologia social e doutora em teoria da literatura. Nos últimos anos se dedicou ao estudo da história das relações raciais no Brasil e à reflexão sobre o ensino de história. Tem larga experiência na realização de pesquisas de história oral, incluindo a constituição, a gestão e a preservação de acervos, além da transcrição e publicação de entrevistas. Dedica-se também a temas da filosofia e da história do pensamento ocidental. Suas pesquisas na área de história contemporânea do Brasil giram em torno de temas como modos de vida e consumo, história política, história de instituições e direito e cidadania.



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