Bancários de Campos dos Goytacazes protestam contra as reformas

Escrito por: Bancários de Campos dos Goytacazes • Publicado em: 01/11/2017 - 12:58 Escrito por: Bancários de Campos dos Goytacazes Publicado em: 01/11/2017 - 12:58

Sindicato dos Bancários de Campos

O Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes e Região foi às ruas do centro financeiro da cidade na manhã desta quarta-feira, 1º, para protestar contra as reformas do governo Temer que têm retirado direitos da classe trabalhadora e aumentado a desigualdade social no país. Portando faixas mobilizando a categoria e a sociedade para a defesa do patrimônio público, por melhores condições de trabalho e pedindo apoio ao projeto de lei de iniciativa popular pela anulação da reforma trabalhista, os bancários fizeram uma caminhada saindo da sede do Sindicato e percorrendo várias ruas do centro, terminando com um ato público no calçadão. A atividade contou com a participação de servidores estaduais da Faetec, que estão com salários atrasados e denunciam o desmonte promovido pelo governo Pezão na educação do Estado do Rio.

— A reforma trabalhista começa a valer no próximo dia 11, mas estamos lutando para que ela seja anulada. Em todo o país o movimento sindical está colhendo assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular que será entregue em Brasília no dia 9. Não vamos desistir. E além disso vamos continuar nossa mobilização para que a reforma da Previdência, outro absurdo contra os trabalhadores, não seja aprovada — disse o presidente do Sindicato, Rafanele Alves.

Nesta sexta-feira, 3, o Sindicato vai manter em sua sede (Rua Marechal Floriano 129/133), das 8h às 17h, os formulários do abaixo-assinado pela anulação da reforma trabalhista. Todos os cidadãos podem assinar, bastando apresentar o título de eleitor, que é uma exigência legal para que um projeto de lei de iniciativa popular seja apresentado na Câmara dos Deputados.

Na próxima segunda-feira, a categoria decide como vai ser a participação nas atividades previstas em todo o país. Para o dia 10 está agendada uma mobilização com paralisações e protestos, definida em conjunto pelas principais centrais sindicais do país.

Título: Bancários de Campos dos Goytacazes protestam contra as reformas, Conteúdo: O Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes e Região foi às ruas do centro financeiro da cidade na manhã desta quarta-feira, 1º, para protestar contra as reformas do governo Temer que têm retirado direitos da classe trabalhadora e aumentado a desigualdade social no país. Portando faixas mobilizando a categoria e a sociedade para a defesa do patrimônio público, por melhores condições de trabalho e pedindo apoio ao projeto de lei de iniciativa popular pela anulação da reforma trabalhista, os bancários fizeram uma caminhada saindo da sede do Sindicato e percorrendo várias ruas do centro, terminando com um ato público no calçadão. A atividade contou com a participação de servidores estaduais da Faetec, que estão com salários atrasados e denunciam o desmonte promovido pelo governo Pezão na educação do Estado do Rio. — A reforma trabalhista começa a valer no próximo dia 11, mas estamos lutando para que ela seja anulada. Em todo o país o movimento sindical está colhendo assinaturas para um projeto de lei de iniciativa popular que será entregue em Brasília no dia 9. Não vamos desistir. E além disso vamos continuar nossa mobilização para que a reforma da Previdência, outro absurdo contra os trabalhadores, não seja aprovada — disse o presidente do Sindicato, Rafanele Alves. Nesta sexta-feira, 3, o Sindicato vai manter em sua sede (Rua Marechal Floriano 129/133), das 8h às 17h, os formulários do abaixo-assinado pela anulação da reforma trabalhista. Todos os cidadãos podem assinar, bastando apresentar o título de eleitor, que é uma exigência legal para que um projeto de lei de iniciativa popular seja apresentado na Câmara dos Deputados. Na próxima segunda-feira, a categoria decide como vai ser a participação nas atividades previstas em todo o país. Para o dia 10 está agendada uma mobilização com paralisações e protestos, definida em conjunto pelas principais centrais sindicais do país.



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