Bancários de Campos: homologação só com o Sindicato

Escrito por: Bancários de Campos dos Goytacazes • Publicado em: 01/02/2018 - 16:35 • Última modificação: 01/02/2018 - 16:40 Escrito por: Bancários de Campos dos Goytacazes Publicado em: 01/02/2018 - 16:35 Última modificação: 01/02/2018 - 16:40

Bancários de Campos

O Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes e Região está orientando a base sobre a importância de procurar a entidade em caso de demissão ou quaisquer outras medidas que representem retirada de direitos. Nas visitas às agências, que prosseguem nesta quinta-feira, os dirigentes alertam os bancários e bancárias para que não façam homologação em locais indicados pelo banco, nem assinem nada sem a orientação do Sindicato.

— Estamos nesta atividade durante a semana, entregando panfletos e conversando com a categoria, para evitar que haja algum tipo de erro ou incoerência por parte dos bancos. Essa reforma trabalhista absurda, já em vigor, tem o objetivo claro de deixar os trabalhadores mais vulneráveis no relacionamento com os patrões e é por isso que reforçamos o quanto é importante que a base esteja fortalecida e protegida na garantia dos seus direitos — disse o secretário geral do Sindicato, Ricardo Azeredo.

A entidade mantém um departamento jurídico funcionando de segunda a sexta, das 9h às 17h, e não cobra para fazer as homologações. Em caso de demissões que desrespeitem a legislação são movidas ações de reintegração do trabalhador.

Título: Bancários de Campos: homologação só com o Sindicato, Conteúdo: O Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes e Região está orientando a base sobre a importância de procurar a entidade em caso de demissão ou quaisquer outras medidas que representem retirada de direitos. Nas visitas às agências, que prosseguem nesta quinta-feira, os dirigentes alertam os bancários e bancárias para que não façam homologação em locais indicados pelo banco, nem assinem nada sem a orientação do Sindicato. — Estamos nesta atividade durante a semana, entregando panfletos e conversando com a categoria, para evitar que haja algum tipo de erro ou incoerência por parte dos bancos. Essa reforma trabalhista absurda, já em vigor, tem o objetivo claro de deixar os trabalhadores mais vulneráveis no relacionamento com os patrões e é por isso que reforçamos o quanto é importante que a base esteja fortalecida e protegida na garantia dos seus direitos — disse o secretário geral do Sindicato, Ricardo Azeredo. A entidade mantém um departamento jurídico funcionando de segunda a sexta, das 9h às 17h, e não cobra para fazer as homologações. Em caso de demissões que desrespeitem a legislação são movidas ações de reintegração do trabalhador.



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