Batendo Ponto - 16ª Edição | 13/02 a 17/02

Confira as notícias da semana!

Escrito por: CUT RJ • Publicado em: 17/02/2017 - 19:18 • Última modificação: 06/03/2017 - 17:23 Escrito por: CUT RJ Publicado em: 17/02/2017 - 19:18 Última modificação: 06/03/2017 - 17:23

CUT RJ

QUEM PARIU O PATO, QUE O EMBALE

Imprensa da FUP - Lembra daquele bando de patos verde e amarelo que a Fiesp levou pras ruas, exigindo o impeachment sem crime da presidente Dilma? Essa mesma entidade que articulou e apoiou o golpe agora corre atrás do prejuízo para não ter que dividir com os trabalhadores a conta do pato que pariu. Em estudo divulgado esta semana pela imprensa, a Fiesp reconhece o que a FUP e outras entidades de classe vêm há tempos afirmando: a mudança das regras de conteúdo local, como querem os golpistas, é danosa à indústria nacional, pois reduz a produção, os empregos e a arrecadação.

Fonte: http://www.sindipetronf.org.br/publicacoes/noticias/item/8733-quem-pariu-o-pato-que-o-embale

 

Trabalhadores são tratados como bandidos em ato unificado

O povo do Rio de Janeiro não merece todo o descaso a que vem sendo submetido. O dia 01 de fevereiro será lembrado na história, como o dia em que os servidores foram massacrados pela polícia, a mando do governo. O ato unificado contou com a manifestação de diversas categorias, dentre as quais se destaca o saneamento, a educação, a segurança, os Bombeiros e a Justiça.
Organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais do Rio (MUSP), o ato esteve muito bem representado pelos trabalhadores do saneamento, que contou com a atuação ordeira dos sindicatos Staecnon, Stipdaenit e Sintsama. 

Fonte: http://www.staecnon.org.br/website/index.php/noticias/item/219-trabalhadores-sao-tratados-como-bandidos-em-ato-unificado-no-rio-de-janeiro

 

Reforma da aposentadoria pode levar fome de volta ao campo

A proposta de emenda à Constituição 287/2016 (PEC) apresentada pelo governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) para dificultar o acesso à aposentadoria pode, de uma só vez, ampliar a migração dos trabalhadores do campo para a cidade, aumentar a taxa de pobreza e prejudicar a economia nos municípios.

A medida apresenta retrocessos como a extinção da categoria “segurado especial” para os rurais e eleva a idade de aposentadoria no setor dos atuais 60 anos, no caso de homens, e 55, no de mulheres, para 65 anos para ambos os gêneros.

Impõe também a obrigatoriedade de recolhimento de uma contribuição individual (antes era de 2,1% sobre a produção vendida, no caso de agricultores familiares) e periódica por um prazo mínimo de 25 anos, ao contrário da regra anterior, que determinava a comprovação de 15 anos como trabalhador rural.

Ao apresentar esse pacote, o governo ilegítimo despreza a realidade longe das grandes cidades. A cobertura diferenciada para o trabalhador rural definida na Constituição de 1988 tinha como um dos objetivos evitar o êxodo.

fonte: http://s.cut.org.br/2loL01b

 

Não faltam recursos e Previdência não precisa de reforma

Uma das prioridades do governo ilegítimo de Michel Temer, a Reforma da Previdência Social é mais um passo para acabar com as aposentadorias públicas. A proposta de emenda à Constituição (PEC) 287/16 encaminhada ao Congresso no final de 2016 e que tramita na Câmara busca restringir ao máximo o acesso a esse direito.

Por um lado, a PEC abre espaço para os rentistas financiadores do golpe ampliarem o mercado da previdência privada. Por outro, avança no projeto de diminuição do papel do Estado para que sobrem recursos destinados ao pagamento da dívida pública. Mais uma medida favorável ao mercado financeiro. O próprio relator da proposta na Câmara, Arthur Maia (PPS-BA), recebeu R$ 299.972 em doações da Bradesco Vida e Previdência.

A reforma impacta diretamente quem mais precisa: segundo dados do IBGE, em 2003, 28 milhões de pessoas no Brasil tinham na aposentadoria sua principal fonte de renda. Além disso, segundo a pesquisa A Previdência Social e Os Municípios, em 64% das cidades brasileiras, os benefícios previdenciários de seus habitantes é maior que o Fundo de Participação dos Municípios. Ainda assim, o programa é vendido como um vilão da economia.

Fonte: http://www.sengerj.org.br/posts/2387-nao-faltam-recursos-e-previdencia-nao-precisa-de-reforma

 

Bancárias definem calendários de luta contra os retrocessos

O Coletivo de Mulheres da Contraf-CUT e a CGROS-  Comissão de Gênero e Raça e Orientação Sexual e Trabalhadoras e Trabalhadores com Deficiência estiveram reunidos terça e quarta-feira (8) na sede da Contraf CUT para definir estratégias de luta para o próximo período. O momento político é um cenário de retrocessos para a classe trabalhadora com um impacto ainda maior na vida das mulheres. Um dos temas centrais do momento é a luta contra a reforma da previdência proposta pelo governo, que vai atingir duramente a todos os trabalhadores e principalmente às mulheres.

Mulheres serão as mais prejudicadas com a Reforma da Previdência

A reforma prejudica ainda mais as mulheres, pois a proposta prevê igualar a idade entre homens e mulheres em 65 anos, com a possibilidade de aumento de um ano cada vez que a expectativa de vida se eleva, dentre outras condições que ferem ainda mais os direitos das mulheres.

Os coletivos definiram que é preciso ir para a ruas contrapor o discurso da mídia e debater com a população sobre o que realmente está em jogo, que é a redução dos benefícios e a perda de direitos: “Vai prejudicar demais os trabalhadores com o impacto ainda maior para as mulheres. É um retrocesso que não podemos aceitar, vamos lutar em todas as frentes”, afirma Elaine Cutis, secretária da Mulher da Contraf-CUT.

Fonte: Contraf-CUT

 

 

Título: Batendo Ponto - 16ª Edição | 13/02 a 17/02, Conteúdo: QUEM PARIU O PATO, QUE O EMBALE Imprensa da FUP - Lembra daquele bando de patos verde e amarelo que a Fiesp levou pras ruas, exigindo o impeachment sem crime da presidente Dilma? Essa mesma entidade que articulou e apoiou o golpe agora corre atrás do prejuízo para não ter que dividir com os trabalhadores a conta do pato que pariu. Em estudo divulgado esta semana pela imprensa, a Fiesp reconhece o que a FUP e outras entidades de classe vêm há tempos afirmando: a mudança das regras de conteúdo local, como querem os golpistas, é danosa à indústria nacional, pois reduz a produção, os empregos e a arrecadação. Fonte: http://www.sindipetronf.org.br/publicacoes/noticias/item/8733-quem-pariu-o-pato-que-o-embale   Trabalhadores são tratados como bandidos em ato unificado O povo do Rio de Janeiro não merece todo o descaso a que vem sendo submetido. O dia 01 de fevereiro será lembrado na história, como o dia em que os servidores foram massacrados pela polícia, a mando do governo. O ato unificado contou com a manifestação de diversas categorias, dentre as quais se destaca o saneamento, a educação, a segurança, os Bombeiros e a Justiça. Organizado pelo Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais do Rio (MUSP), o ato esteve muito bem representado pelos trabalhadores do saneamento, que contou com a atuação ordeira dos sindicatos Staecnon, Stipdaenit e Sintsama.  Fonte: http://www.staecnon.org.br/website/index.php/noticias/item/219-trabalhadores-sao-tratados-como-bandidos-em-ato-unificado-no-rio-de-janeiro   Reforma da aposentadoria pode levar fome de volta ao campo A proposta de emenda à Constituição 287/2016 (PEC) apresentada pelo governo ilegítimo de Michel Temer (PMDB) para dificultar o acesso à aposentadoria pode, de uma só vez, ampliar a migração dos trabalhadores do campo para a cidade, aumentar a taxa de pobreza e prejudicar a economia nos municípios. A medida apresenta retrocessos como a extinção da categoria “segurado especial” para os rurais e eleva a idade de aposentadoria no setor dos atuais 60 anos, no caso de homens, e 55, no de mulheres, para 65 anos para ambos os gêneros. Impõe também a obrigatoriedade de recolhimento de uma contribuição individual (antes era de 2,1% sobre a produção vendida, no caso de agricultores familiares) e periódica por um prazo mínimo de 25 anos, ao contrário da regra anterior, que determinava a comprovação de 15 anos como trabalhador rural. Ao apresentar esse pacote, o governo ilegítimo despreza a realidade longe das grandes cidades. A cobertura diferenciada para o trabalhador rural definida na Constituição de 1988 tinha como um dos objetivos evitar o êxodo. fonte: http://s.cut.org.br/2loL01b   Não faltam recursos e Previdência não precisa de reforma Uma das prioridades do governo ilegítimo de Michel Temer, a Reforma da Previdência Social é mais um passo para acabar com as aposentadorias públicas. A proposta de emenda à Constituição (PEC) 287/16 encaminhada ao Congresso no final de 2016 e que tramita na Câmara busca restringir ao máximo o acesso a esse direito. Por um lado, a PEC abre espaço para os rentistas financiadores do golpe ampliarem o mercado da previdência privada. Por outro, avança no projeto de diminuição do papel do Estado para que sobrem recursos destinados ao pagamento da dívida pública. Mais uma medida favorável ao mercado financeiro. O próprio relator da proposta na Câmara, Arthur Maia (PPS-BA), recebeu R$ 299.972 em doações da Bradesco Vida e Previdência. A reforma impacta diretamente quem mais precisa: segundo dados do IBGE, em 2003, 28 milhões de pessoas no Brasil tinham na aposentadoria sua principal fonte de renda. Além disso, segundo a pesquisa A Previdência Social e Os Municípios, em 64% das cidades brasileiras, os benefícios previdenciários de seus habitantes é maior que o Fundo de Participação dos Municípios. Ainda assim, o programa é vendido como um vilão da economia. Fonte: http://www.sengerj.org.br/posts/2387-nao-faltam-recursos-e-previdencia-nao-precisa-de-reforma   Bancárias definem calendários de luta contra os retrocessos O Coletivo de Mulheres da Contraf-CUT e a CGROS-  Comissão de Gênero e Raça e Orientação Sexual e Trabalhadoras e Trabalhadores com Deficiência estiveram reunidos terça e quarta-feira (8) na sede da Contraf CUT para definir estratégias de luta para o próximo período. O momento político é um cenário de retrocessos para a classe trabalhadora com um impacto ainda maior na vida das mulheres. Um dos temas centrais do momento é a luta contra a reforma da previdência proposta pelo governo, que vai atingir duramente a todos os trabalhadores e principalmente às mulheres. Mulheres serão as mais prejudicadas com a Reforma da Previdência A reforma prejudica ainda mais as mulheres, pois a proposta prevê igualar a idade entre homens e mulheres em 65 anos, com a possibilidade de aumento de um ano cada vez que a expectativa de vida se eleva, dentre outras condições que ferem ainda mais os direitos das mulheres. Os coletivos definiram que é preciso ir para a ruas contrapor o discurso da mídia e debater com a população sobre o que realmente está em jogo, que é a redução dos benefícios e a perda de direitos: “Vai prejudicar demais os trabalhadores com o impacto ainda maior para as mulheres. É um retrocesso que não podemos aceitar, vamos lutar em todas as frentes”, afirma Elaine Cutis, secretária da Mulher da Contraf-CUT. Fonte: Contraf-CUT    



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