Conferência sobre Expressões Culturais Negras e Formação da Identidade Brasileira acontece na UERJ em novembro

Nos dias 7 e 8 de novembro acontece a II Conferência Expressões Culturais Negras e Formação da Identidade Brasileira

Escrito por: CUT Rio • Publicado em: 09/10/2017 - 15:17 Escrito por: CUT Rio Publicado em: 09/10/2017 - 15:17

Divulgação

A II Conferência Expressões Culturais Negras e Formação da Identidade Brasileira vai acontecer nos dias 7 e 8 de novembro, no auditório do 9º andar da UERJ, na Rua S. Francisco Xavier, no Maracanã, no Rio. O evento pretende discutir a importância da reconstrução do legado intelectual negro para o fortalecimento da Identidade; provocar o debate de como as diferentes organizações do Movimento social negro da atualidade pensam o Brasil; contribuir com novos conteúdos e reflexões para a disciplina História e Cultura Africana e Afro-brasileira, matéria obrigatória no ensino médio e fundamental; estreitar as relações entre os movimentos sociais e as universidades, dentre outros objetivos.

O público-alvo são professores, estudantes, pesquisadores, sociólogos, escritores, antropólogos, entidades culturais e todos aqueles que se interessam pelos temas abordados.

As conferências começam às 9h e se estendem até as 20h, nos dois dias.

Ao final, serão fornecidos certificados de participação.

DIA 7 NOVEMBRO

Às 9h, o tema em debate será “Juventude, mídia, arte e cultura: A potência da periferia, subvertendo a exclusão social, racial e econômica”. As conferencistas serão a cientista política Áurea Carolina, a cineasta Aline Lourena e a produtora cultural Elizabeth Manja.

Às 11h30, Bruna Carla, mestre em literatura africana, enfocará o papel da memória na construção da identidade, a partir da análise do poema “Para todos os dias”, da brasileira Ana Cruz, e do conto “Encontro de acaso”, do escritor angolano Luandino Vieira.  

Às 14h, o clima vai esquentar, com calorosa discussão sobre temas atualíssimos como a “cura gay”, os ataques à população LGBT, a perseguição às religiões de matriz africana: “Na fogueira do dogmatismo político-religioso”, com Áurea Carolina; Eliana Hemetério, da Rede de Mulheres Negras do Paraná e Secretária de direitos humanos da ABGLT; e a pesquisadora e professora da Faculdade de Educação da UERJ Stella Guedes Caputo

Às 16h, o professor Adélcio Sousa Cruz, do Departamento de Letras da Universidade Federal de Viçosa (DLA/UFV), estudioso da vida e obra de Lima Barreto, discorrerá sobre “Lima Barreto e sua escrita em dois tempos -Início do Séc. XX e Releituras no Séc. XXI”.

Participa da mesma mesa o professor Marcos Fabrício Lopes, doutor em Literatura Brasileira e Literatura Infanto-Juvenil. Vai abordar o tema “Machado de Assis e Lima Barreto, Críticos da Mídia”.

Às 17h30, entra em cena a professora Diva Guimarães. Portadora de uma oralidade que é um legado de sua ancestralidade africana, aplaudida de pé na FLIP, Diva vai debater “O Papel da Educação e do Educador na Construção de uma Cultura com Respeito às Diferenças e com Equidade de Gênero e de Raça”.

 

DIA 8 DE NOVEMBRO

Às 9h, conferência sobre “Preconceito, Intolerância, Racismo em Educação”, com a pedagoga Maria de Lourdes Silva da Universidade Estadual do  Mato Grosso do Sul, doutora na aérea de Processos de Ensino e Aprendizagem.

Às 11h, a Professora Diva Guimarães faz nova explanação, desta vez sobre “A Prática Esportiva em Educação no Fortalecimento da Auto Estima e da Consciência do Sujeito”.        

Às 14h, o tema “A pilhagem do Brasil na Esteira do Golpeachment” será desenvolvido e debatido pelo jornalista, cientista político e doutor em Relações Internacionais Igor Fuser.  

Às 18h, o assunto em debate será “Arte e Direitos Humanos”    com a professora Vanessa de Oliveira Berner  Titular da Faculdade Nacional de Direito /UFRJ Coordenadora  do Laboratório de Direitos Humanos (LADIH) da UFRJ.

Contatos pelo telefone (21) 971073793 e 26134416, com Ana Cruz, ou pelo e-mail sublimeancestralidade@gmal.com.

A organização da Conferência é do Projeto Mulheres Negras Construindo Visibilidade. Idealização, curadoria  a cargo da escritora Ana Cruz, Coordenação Executiva : Cibelle Oliveira, Aline Lourena, Elizabeth Manja, Nanaprocópio, Cleber Ginuíno/ Fiocruz, jornalista Fátima Lacerda e a consultora de  marketing Léa Mendonça.

Parceria com o Laboratório de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da UFRJ e do ProAfro UERJ.  Saiba mais nas páginas do evento no  facebook: Conferência Expressões Culturais Negras e ou/ Mulheres Negras Construindo Visibilidade onde também está disponível a programação completa  com o currículo dos e das conferencistas.

 

 

 

Título: Conferência sobre Expressões Culturais Negras e Formação da Identidade Brasileira acontece na UERJ em novembro, Conteúdo: A II Conferência Expressões Culturais Negras e Formação da Identidade Brasileira vai acontecer nos dias 7 e 8 de novembro, no auditório do 9º andar da UERJ, na Rua S. Francisco Xavier, no Maracanã, no Rio. O evento pretende discutir a importância da reconstrução do legado intelectual negro para o fortalecimento da Identidade; provocar o debate de como as diferentes organizações do Movimento social negro da atualidade pensam o Brasil; contribuir com novos conteúdos e reflexões para a disciplina História e Cultura Africana e Afro-brasileira, matéria obrigatória no ensino médio e fundamental; estreitar as relações entre os movimentos sociais e as universidades, dentre outros objetivos. O público-alvo são professores, estudantes, pesquisadores, sociólogos, escritores, antropólogos, entidades culturais e todos aqueles que se interessam pelos temas abordados. As conferências começam às 9h e se estendem até as 20h, nos dois dias. Ao final, serão fornecidos certificados de participação. DIA 7 NOVEMBRO Às 9h, o tema em debate será “Juventude, mídia, arte e cultura: A potência da periferia, subvertendo a exclusão social, racial e econômica”. As conferencistas serão a cientista política Áurea Carolina, a cineasta Aline Lourena e a produtora cultural Elizabeth Manja. Às 11h30, Bruna Carla, mestre em literatura africana, enfocará o papel da memória na construção da identidade, a partir da análise do poema “Para todos os dias”, da brasileira Ana Cruz, e do conto “Encontro de acaso”, do escritor angolano Luandino Vieira.   Às 14h, o clima vai esquentar, com calorosa discussão sobre temas atualíssimos como a “cura gay”, os ataques à população LGBT, a perseguição às religiões de matriz africana: “Na fogueira do dogmatismo político-religioso”, com Áurea Carolina; Eliana Hemetério, da Rede de Mulheres Negras do Paraná e Secretária de direitos humanos da ABGLT; e a pesquisadora e professora da Faculdade de Educação da UERJ Stella Guedes Caputo Às 16h, o professor Adélcio Sousa Cruz, do Departamento de Letras da Universidade Federal de Viçosa (DLA/UFV), estudioso da vida e obra de Lima Barreto, discorrerá sobre “Lima Barreto e sua escrita em dois tempos -Início do Séc. XX e Releituras no Séc. XXI”. Participa da mesma mesa o professor Marcos Fabrício Lopes, doutor em Literatura Brasileira e Literatura Infanto-Juvenil. Vai abordar o tema “Machado de Assis e Lima Barreto, Críticos da Mídia”. Às 17h30, entra em cena a professora Diva Guimarães. Portadora de uma oralidade que é um legado de sua ancestralidade africana, aplaudida de pé na FLIP, Diva vai debater “O Papel da Educação e do Educador na Construção de uma Cultura com Respeito às Diferenças e com Equidade de Gênero e de Raça”.   DIA 8 DE NOVEMBRO Às 9h, conferência sobre “Preconceito, Intolerância, Racismo em Educação”, com a pedagoga Maria de Lourdes Silva da Universidade Estadual do  Mato Grosso do Sul, doutora na aérea de Processos de Ensino e Aprendizagem. Às 11h, a Professora Diva Guimarães faz nova explanação, desta vez sobre “A Prática Esportiva em Educação no Fortalecimento da Auto Estima e da Consciência do Sujeito”.         Às 14h, o tema “A pilhagem do Brasil na Esteira do Golpeachment” será desenvolvido e debatido pelo jornalista, cientista político e doutor em Relações Internacionais Igor Fuser.   Às 18h, o assunto em debate será “Arte e Direitos Humanos”    com a professora Vanessa de Oliveira Berner  Titular da Faculdade Nacional de Direito /UFRJ Coordenadora  do Laboratório de Direitos Humanos (LADIH) da UFRJ. Contatos pelo telefone (21) 971073793 e 26134416, com Ana Cruz, ou pelo e-mail sublimeancestralidade@gmal.com. A organização da Conferência é do Projeto Mulheres Negras Construindo Visibilidade. Idealização, curadoria  a cargo da escritora Ana Cruz, Coordenação Executiva : Cibelle Oliveira, Aline Lourena, Elizabeth Manja, Nanaprocópio, Cleber Ginuíno/ Fiocruz, jornalista Fátima Lacerda e a consultora de  marketing Léa Mendonça. Parceria com o Laboratório de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da UFRJ e do ProAfro UERJ.  Saiba mais nas páginas do evento no  facebook: Conferência Expressões Culturais Negras e ou/ Mulheres Negras Construindo Visibilidade onde também está disponível a programação completa  com o currículo dos e das conferencistas.      



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