CUT Rio estabelece relações bilaterais com Consulado da Venezuela

Comitiva da CUT Rio foi recebida pela Consul Geral da Venezuela no Rio de Janeiro para debater questões políticas dos trabalhadores na américa latina

Escrito por: CUT Rio • Publicado em: 04/07/2017 - 18:43 • Última modificação: 15/08/2017 - 13:51 Escrito por: CUT Rio Publicado em: 04/07/2017 - 18:43 Última modificação: 15/08/2017 - 13:51

Rafael Caliari

Na tarde desta terça-feira (04), uma comitiva da CUT Rio foi recepcionada no Consulado Geral da Venezuela no centro do Rio de Janeiro para debater uma relação mais estreita entre trabalhadores dos dois países.

"Viemos prestar primeiramente nossa solidariedade com os trabalhadores venezuelanos e nos colocar a disposição de qualquer iniciativa mútua, visto que a mídia faz um debate sujo sobre qualquer país com governos progressistas, em especial a Venezuela.". Com esta fala, Marcelo Rodrigues, presidente da Central iniciou a conversa que deve render frutos rapidamente.

A CUT Rio tem se aproximado de iniciativas culturais, combatendo o avanço golpista em desmontar o fomento que temos aos artistas, produtores e demais operários culturais. A cultura é um ponto estratégico que vem sofrendo com a precarização, quando não inviabilização de iniciativas populares. Cinema, teatro, eventos de rua e até o maior espetáculo da terra - O Carnaval - estão na mira.

"A situação que vivemos no Brasil é de golpe, ao contrário da Venezuela, aqui conseguiram consolidar a tomada das instituições. Temos um ataque ao setor do petróleo, peça chave para aqueles que tem como objetivo desestabilizar nossas democracias em prol do lucro. A semelhança da atuação é clara e nos é um problema irmão a questão da soberania energética." Enfatizou Marcelo Rodrigues.

A Consul Geral da Venezuela, Merli Vanegas, explicou sua origem operária e o ponto principal da atuação diplomática venezuelana. "Sou trabalhadora, filha de operários e estou diplomata. Me sinto confortável aqui entre trabalhadores, muito mais do que entre representantes formais. Em cada reunião, percebo que nossas bandeiras, nossas lutas são as mesmas. Os desafios se cruzam quando percebemos que estamos todos a serviço do povo trabalhador. Sou uma representante diplomática, mas representante acima de tudo de uma revolução. Feita pelo povo e para o povo."

Ao final da reunião, foram decididos os primeiros passos para uma aproximação conjunta dos trabalhadores brasileiros e venezuelanos, em especial no que tange a o trabalho de divulgar a cultura e as artes operárias entre as duas nações. 

Título: CUT Rio estabelece relações bilaterais com Consulado da Venezuela, Conteúdo: Na tarde desta terça-feira (04), uma comitiva da CUT Rio foi recepcionada no Consulado Geral da Venezuela no centro do Rio de Janeiro para debater uma relação mais estreita entre trabalhadores dos dois países. Viemos prestar primeiramente nossa solidariedade com os trabalhadores venezuelanos e nos colocar a disposição de qualquer iniciativa mútua, visto que a mídia faz um debate sujo sobre qualquer país com governos progressistas, em especial a Venezuela.. Com esta fala, Marcelo Rodrigues, presidente da Central iniciou a conversa que deve render frutos rapidamente. A CUT Rio tem se aproximado de iniciativas culturais, combatendo o avanço golpista em desmontar o fomento que temos aos artistas, produtores e demais operários culturais. A cultura é um ponto estratégico que vem sofrendo com a precarização, quando não inviabilização de iniciativas populares. Cinema, teatro, eventos de rua e até o maior espetáculo da terra - O Carnaval - estão na mira. A situação que vivemos no Brasil é de golpe, ao contrário da Venezuela, aqui conseguiram consolidar a tomada das instituições. Temos um ataque ao setor do petróleo, peça chave para aqueles que tem como objetivo desestabilizar nossas democracias em prol do lucro. A semelhança da atuação é clara e nos é um problema irmão a questão da soberania energética. Enfatizou Marcelo Rodrigues. A Consul Geral da Venezuela, Merli Vanegas, explicou sua origem operária e o ponto principal da atuação diplomática venezuelana. Sou trabalhadora, filha de operários e estou diplomata. Me sinto confortável aqui entre trabalhadores, muito mais do que entre representantes formais. Em cada reunião, percebo que nossas bandeiras, nossas lutas são as mesmas. Os desafios se cruzam quando percebemos que estamos todos a serviço do povo trabalhador. Sou uma representante diplomática, mas representante acima de tudo de uma revolução. Feita pelo povo e para o povo. Ao final da reunião, foram decididos os primeiros passos para uma aproximação conjunta dos trabalhadores brasileiros e venezuelanos, em especial no que tange a o trabalho de divulgar a cultura e as artes operárias entre as duas nações. 



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