CUT Rio repudia tentativa de venda de universidades do RJ

A UERJ congrega 3 mil docentes, 4.519 funcionários técnicos e 32 mil estudantes

Escrito por: CUT Rio • Publicado em: 06/09/2017 - 16:18 • Última modificação: 06/09/2017 - 18:15 Escrito por: CUT Rio Publicado em: 06/09/2017 - 16:18 Última modificação: 06/09/2017 - 18:15

INDIGNAÇÃO !!!  
Esse é o sentimento de todos os dirigentes e militantes ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) do estado e dos sindicatos e Federações CUTistas do Ramo da Educação  Rio de Janeiro diante da sinalização do Governo Federal, sob a batuta do ministro banqueiro Henrique Meirelles, que que o executivo estadual tome medidas drásticas de desmonte da educação pública superior, dos serviços de saúde e segurança, como moeda de troca para a liberação de recursos federais que amenize a grave crise financeira provocada por administrações corruptas do PMDBismo local.
Há muito que a UERJ vem sendo destruída pelo governo do estado, posta em uma situação de penúria e falta de perspectivas, abandonada pelos governadores Cabral e Pezão. A depredação do patrimônio pelo governo é uma artimanha conhecida para forçar processos privatistas. Ou seja, nada cai do céu. É certeza que esse discurso tenebroso de privatização e demissão de funcionários foi combinado .
Além da entrega do patrimônio hídrico carioca e fluminense com a privatização CEDAE,  o Ministério da Fazenda em  Parecer sugere medidas abusrdas e criminosas para a contenção de gastos. 
Cita a intenção de fechar a UERJ, a UENF e a UEZO e vai mais longe ao indicar a demissão de servidores ativos, a extinção de benefícios previstos para servidores estaduais, a  criação de alíquota extra para a Previdência (além da elevação de 11% para  14% já aprovada na ALERJ), a aprovação da contribuição previdenciária para inativos e a reforma do Regime Jurídico Único dos Servidores.

No entanto, nossa Constituição é muito clara: o estado tem que oferecer um ensino público e gratuito!

A UERJ congrega 3 mil docentes altamente qualificados, 4.519 funcionários técnico-administrativos especializados e 32 mil estudantes. 
Esses números representam toda uma produção intelectual fundamental para manter nosso estado na corrida tecnológica e cultural em nosso país e no exterior. Além de todos estes fatores, estamos falando a 5ª melhor universidade brasileira!

Já imaginaram se a UERJ, a UEZO e a UENF forem privatizadas, como indicou ontem o ministro banqueiro, Henrique Meireles? Por acaso alguém acredita que os “nossos” empresários substituirão o estado na manutenção dessas universidades? A UERJ é uma universidade de excelência, melhor do que todas as já administradas por estes "nossos" empresários. Tirem as mãos dela!

Dessa forma, entregar à “mão do mercado” nossas universidades públicas estaduais significa, em curto prazo, acabar com a maioria esmagadora dos cursos e abdicar, em todos os sentidos, de enorme produção intelectual. Cursos essenciais para o desenvolvimento nacional, muitas vezes, tem retornos financeiros a longuíssimo prazo. Esses que não interessam ao lucro rápido, certamente serão os primeiros a sumir. Perde o Brasil, que não terá profissionais em áreas estratégicas a soberania intelectual. 

Da mesma forma que entregar a Educação básica, a Segurança e a Saúde aos setores privados significa fazer do estado do Rio um lugar quase impossível de se morar; significa sucatear os serviços, demitir os servidores; enfim, significa rasgar de vez a Constituição brasileira.

A UERJ, um dos maiores centros de pensamento e pesquisa da América Latina, não pode receber esse tratamento. É pioneira em inclusão social e racial. Um exemplo em intercâmbio cultural e acadêmico. Referência na interiorização do ensino superior de excelência com seus campus avançados por todo o estado fluminense.

A CUT RJ e suas entidades filiadas repudiam com veemência tais medidas. Pezão em conluio com o governo federal  tem aplicado o manual de privatização dos serviços públicos: (1) Reduz drasticamente os investimentos primários até que os serviços se deteriorem e baixem em  qualidade; (2) Fazer com que a população acredite na ineficiência do serviço público; e (3) Promover a privatização dos serviços para, de preferência, uma empresa ‘amiga’ que se comprometa com o financiamento de campanhas eleitorais futuras.
Nesse sentido, conclamamos toda a população a ganharem as ruas contra as intenções e ações de desmonte do serviço público no estado do Rio de Janeiro. 
Nós não aceitamos pagar o pato!!!

Dia 7 de setembro - 23° GRITO DOS EXCLUÍDOS - DIA DE LUTA E MOBILIZAÇÃO - Concentração n esquina da Rua Uruguaiana com a Av. Presidente Vargas – Centro – RJ
CUT lançará  a CAMPANHA PELA REVOGAÇÂO DA NOVA LEI  TRABALHSTA prevista para entrar em vigor em 11 de novembro. Coleta de assinaturas para a provação de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular.

Dia 14 de setembro – Dia Nacional de Luta, Protestos e Greves, em 14 de setembro, contra a implantação da reforma trabalhista.

Título: CUT Rio repudia tentativa de venda de universidades do RJ, Conteúdo: INDIGNAÇÃO !!!   Esse é o sentimento de todos os dirigentes e militantes ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) do estado e dos sindicatos e Federações CUTistas do Ramo da Educação  Rio de Janeiro diante da sinalização do Governo Federal, sob a batuta do ministro banqueiro Henrique Meirelles, que que o executivo estadual tome medidas drásticas de desmonte da educação pública superior, dos serviços de saúde e segurança, como moeda de troca para a liberação de recursos federais que amenize a grave crise financeira provocada por administrações corruptas do PMDBismo local. Há muito que a UERJ vem sendo destruída pelo governo do estado, posta em uma situação de penúria e falta de perspectivas, abandonada pelos governadores Cabral e Pezão. A depredação do patrimônio pelo governo é uma artimanha conhecida para forçar processos privatistas. Ou seja, nada cai do céu. É certeza que esse discurso tenebroso de privatização e demissão de funcionários foi combinado . Além da entrega do patrimônio hídrico carioca e fluminense com a privatização CEDAE,  o Ministério da Fazenda em  Parecer sugere medidas abusrdas e criminosas para a contenção de gastos.  Cita a intenção de fechar a UERJ, a UENF e a UEZO e vai mais longe ao indicar a demissão de servidores ativos, a extinção de benefícios previstos para servidores estaduais, a  criação de alíquota extra para a Previdência (além da elevação de 11% para  14% já aprovada na ALERJ), a aprovação da contribuição previdenciária para inativos e a reforma do Regime Jurídico Único dos Servidores. No entanto, nossa Constituição é muito clara: o estado tem que oferecer um ensino público e gratuito! A UERJ congrega 3 mil docentes altamente qualificados, 4.519 funcionários técnico-administrativos especializados e 32 mil estudantes.  Esses números representam toda uma produção intelectual fundamental para manter nosso estado na corrida tecnológica e cultural em nosso país e no exterior. Além de todos estes fatores, estamos falando a 5ª melhor universidade brasileira! Já imaginaram se a UERJ, a UEZO e a UENF forem privatizadas, como indicou ontem o ministro banqueiro, Henrique Meireles? Por acaso alguém acredita que os “nossos” empresários substituirão o estado na manutenção dessas universidades? A UERJ é uma universidade de excelência, melhor do que todas as já administradas por estes nossos empresários. Tirem as mãos dela! Dessa forma, entregar à “mão do mercado” nossas universidades públicas estaduais significa, em curto prazo, acabar com a maioria esmagadora dos cursos e abdicar, em todos os sentidos, de enorme produção intelectual. Cursos essenciais para o desenvolvimento nacional, muitas vezes, tem retornos financeiros a longuíssimo prazo. Esses que não interessam ao lucro rápido, certamente serão os primeiros a sumir. Perde o Brasil, que não terá profissionais em áreas estratégicas a soberania intelectual.  Da mesma forma que entregar a Educação básica, a Segurança e a Saúde aos setores privados significa fazer do estado do Rio um lugar quase impossível de se morar; significa sucatear os serviços, demitir os servidores; enfim, significa rasgar de vez a Constituição brasileira. A UERJ, um dos maiores centros de pensamento e pesquisa da América Latina, não pode receber esse tratamento. É pioneira em inclusão social e racial. Um exemplo em intercâmbio cultural e acadêmico. Referência na interiorização do ensino superior de excelência com seus campus avançados por todo o estado fluminense. A CUT RJ e suas entidades filiadas repudiam com veemência tais medidas. Pezão em conluio com o governo federal  tem aplicado o manual de privatização dos serviços públicos: (1) Reduz drasticamente os investimentos primários até que os serviços se deteriorem e baixem em  qualidade; (2) Fazer com que a população acredite na ineficiência do serviço público; e (3) Promover a privatização dos serviços para, de preferência, uma empresa ‘amiga’ que se comprometa com o financiamento de campanhas eleitorais futuras. Nesse sentido, conclamamos toda a população a ganharem as ruas contra as intenções e ações de desmonte do serviço público no estado do Rio de Janeiro.  Nós não aceitamos pagar o pato!!! Dia 7 de setembro - 23° GRITO DOS EXCLUÍDOS - DIA DE LUTA E MOBILIZAÇÃO - Concentração n esquina da Rua Uruguaiana com a Av. Presidente Vargas – Centro – RJ CUT lançará  a CAMPANHA PELA REVOGAÇÂO DA NOVA LEI  TRABALHSTA prevista para entrar em vigor em 11 de novembro. Coleta de assinaturas para a provação de um Projeto de Lei de Iniciativa Popular. Dia 14 de setembro – Dia Nacional de Luta, Protestos e Greves, em 14 de setembro, contra a implantação da reforma trabalhista.



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