Dia de Luta pela Legalização do Aborto

O ato acontecerá dia 28 de setembro com a concentração às 17h na Praça XV

Escrito por: CUT Rio • Publicado em: 27/09/2017 - 18:32 • Última modificação: 11/10/2017 - 19:07 Escrito por: CUT Rio Publicado em: 27/09/2017 - 18:32 Última modificação: 11/10/2017 - 19:07

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A Direção da CUT/RJ e, em particular, a Secretaria Estadual da Mulher Trabalhadora (SEMT) convoca todas(os), dirigentes e militantes, para participarem do DIA MACIONAL DE LUTA PELA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO. Atos ocorrerão nas diversas regiões do país contra a criminalização das mulheres.

Segundo artigo recente da advogada e pesquisadora Sinara Gumieri, publicado no site http://justificando.cartacapital.com.br/2017/05/11/criminalizacao-aborto-e-misogina-racista-e-classista/, nem todas as mulheres que decidem não seguir com uma gravidez no Brasil – e só em 2015 foram mais de 500 mil – são criminalizadas. As que têm que enfrentar polícia, promotor, juiz e júri são em geral pretas e pardas, pobres e denunciadas por profissionais de saúde que deveriam cuidar de suas dores. A criminalização do aborto é misógina, racista e classista.  

Entre 8 e 18% das mortes maternas no mundo são causadas por abortos inseguros, e ocorrem especialmente em países menos desenvolvidos. No Brasil não sabemos exatamente quantas dessas mortes acontecem todos os anos. Mas é fato que mulheres morrem por abortos inseguros no Brasil. A criminalização do aborto ameaça a saúde das mulheres.

Desde 08 de março de 2017, mais de 84 mil mulheres brasileiras já tiveram de recorrer a formas desnecessariamente inseguras para não seguir com uma gravidez forçada. Foram mais de 1300 mulheres a cada dia. Enquanto você lia esse texto, mais uma mulher teve de buscar remédios de origem desconhecida, uma clínica clandestina ou outras formas assustadoras e arriscadas para a saúde para poder tomar uma decisão reprodutiva crucial à sua vida e de sua família. A criminalização do aborto viola a dignidade humana das mulheres.

 

É contra essa iniquidade que conclamamos todas (os) a se somarem nessa luta!

            

SOMOS FORTES, SOMOS CUT.

Título: Dia de Luta pela Legalização do Aborto, Conteúdo: A Direção da CUT/RJ e, em particular, a Secretaria Estadual da Mulher Trabalhadora (SEMT) convoca todas(os), dirigentes e militantes, para participarem do DIA MACIONAL DE LUTA PELA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO. Atos ocorrerão nas diversas regiões do país contra a criminalização das mulheres. Segundo artigo recente da advogada e pesquisadora Sinara Gumieri, publicado no site http://justificando.cartacapital.com.br/2017/05/11/criminalizacao-aborto-e-misogina-racista-e-classista/, nem todas as mulheres que decidem não seguir com uma gravidez no Brasil – e só em 2015 foram mais de 500 mil – são criminalizadas. As que têm que enfrentar polícia, promotor, juiz e júri são em geral pretas e pardas, pobres e denunciadas por profissionais de saúde que deveriam cuidar de suas dores. A criminalização do aborto é misógina, racista e classista.   Entre 8 e 18% das mortes maternas no mundo são causadas por abortos inseguros, e ocorrem especialmente em países menos desenvolvidos. No Brasil não sabemos exatamente quantas dessas mortes acontecem todos os anos. Mas é fato que mulheres morrem por abortos inseguros no Brasil. A criminalização do aborto ameaça a saúde das mulheres. Desde 08 de março de 2017, mais de 84 mil mulheres brasileiras já tiveram de recorrer a formas desnecessariamente inseguras para não seguir com uma gravidez forçada. Foram mais de 1300 mulheres a cada dia. Enquanto você lia esse texto, mais uma mulher teve de buscar remédios de origem desconhecida, uma clínica clandestina ou outras formas assustadoras e arriscadas para a saúde para poder tomar uma decisão reprodutiva crucial à sua vida e de sua família. A criminalização do aborto viola a dignidade humana das mulheres.   É contra essa iniquidade que conclamamos todas (os) a se somarem nessa luta!              SOMOS FORTES, SOMOS CUT.



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