Dilma é recebida por milhares de mulheres na Praça XV

Na noite desta quinta-feira (2), a presidenta eleita Dilma Rousseff compareceu a Marcha das Mulheres pela Democracia que reuniu cerca de 30 mil pessoas na Praça XV

Escrito por: CUT RJ • Publicado em: 02/06/2016 - 23:45 • Última modificação: 03/06/2016 - 14:36 Escrito por: CUT RJ Publicado em: 02/06/2016 - 23:45 Última modificação: 03/06/2016 - 14:36

Francisco Proner Ramos / Mídia NINJA

A Marcha que se concentrou no Largo da Carioca, Centro do Rio de Janeiro, seguiu em passeata pelas ruas do Rio ao entardecer. Na dianteira, autoridades femininas, figuras conhecidas da cultura e mulheres anônimas puxavam uma fila multidão que entoava em plenos pulmões o que era dito pelo carro de som. Palavras de ordem contra os recentes ataques de gênero que aconteceram no cenário nacional, o candidato-agressor do PMDB para a prefeitura do Rio de Janeiro, Pedro Paulo, e a cúpula golpista de homens brancos, ricos e velhos, foram os mais lembrados.

Na Praça XV, o público feminino recebeu prioridade no posicionamento frontal ao palco. Na organização do ato, era visível a unanimidade de mulheres. O ato era delas, por elas, para elas. A única exceção foi aberta para parlamentares homens se posicionarem no palco em apoio as falas, que não diferente, foram todas de mulheres.

Dilma foi recebida com flores ao sair do carro. A multidão gritava o famoso “Volta querida!” enquanto a presidenta não se furtou em denunciar o golpe e os ataques feitos aos direitos conquistados nas questões de gênero que aconteceram rapidamente desde seu afastamento.

"Algumas coisas caracterizam esse governos nesses 20 dias, uma delas é o retrocesso em conquistas sociais. Querem hoje acabar com o decreto do nome social que foi algo que os travestis e transsexuais tanto lutaram"

Após sua fala, o público dispersou rapidamente de maneira pacífica, enquanto pessoas como Clarisse Falcão cantavam no palco.

Título: Dilma é recebida por milhares de mulheres na Praça XV, Conteúdo: A Marcha que se concentrou no Largo da Carioca, Centro do Rio de Janeiro, seguiu em passeata pelas ruas do Rio ao entardecer. Na dianteira, autoridades femininas, figuras conhecidas da cultura e mulheres anônimas puxavam uma fila multidão que entoava em plenos pulmões o que era dito pelo carro de som. Palavras de ordem contra os recentes ataques de gênero que aconteceram no cenário nacional, o candidato-agressor do PMDB para a prefeitura do Rio de Janeiro, Pedro Paulo, e a cúpula golpista de homens brancos, ricos e velhos, foram os mais lembrados. Na Praça XV, o público feminino recebeu prioridade no posicionamento frontal ao palco. Na organização do ato, era visível a unanimidade de mulheres. O ato era delas, por elas, para elas. A única exceção foi aberta para parlamentares homens se posicionarem no palco em apoio as falas, que não diferente, foram todas de mulheres. Dilma foi recebida com flores ao sair do carro. A multidão gritava o famoso “Volta querida!” enquanto a presidenta não se furtou em denunciar o golpe e os ataques feitos aos direitos conquistados nas questões de gênero que aconteceram rapidamente desde seu afastamento. Algumas coisas caracterizam esse governos nesses 20 dias, uma delas é o retrocesso em conquistas sociais. Querem hoje acabar com o decreto do nome social que foi algo que os travestis e transsexuais tanto lutaram Após sua fala, o público dispersou rapidamente de maneira pacífica, enquanto pessoas como Clarisse Falcão cantavam no palco.



Informativo CUT RJ

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.