Diretas Já chega ao subúrbio carioca

Ato com artistas, parlamentares, centrais sindicais e principalmente coletivos locais pedem eleições diretas em Madureira

Escrito por: CUT Rio • Publicado em: 05/06/2017 - 16:12 • Última modificação: 21/06/2017 - 19:01 Escrito por: CUT Rio Publicado em: 05/06/2017 - 16:12 Última modificação: 21/06/2017 - 19:01

Nathália Gregory

No último domingo (04), um ato tomou conta do subúrbio no Rio de Janeiro. Artistas de diversas matrizes compuseram a parte cultural. Desde o Rap periférico de B Negão até os bambas do samba como Monarco e Zé Luiz do Império. Representando os movimentos sociais, centrais sindicais se fizeram presentes. E para ouvir o clamor do povo, parlamentares do congresso nacional da ala progressista. A caminhada que começou no portão do Parque Madureira e seguiu até a praça Paulo da Portela. Centenas de pessoas acompanharam o ato político e cultural. O espaço foi utilizado por produtores locais para expor seu trabalho que por questões sociais não atingem a zona sul da cidade. Se apresentaram e deixaram seu recado no palco artistas periféricos, nascidos, criados e que atuam no subúrbio. “Foi bem importante dialogamos com a população do subúrbio na porta do Parque Madureira. Quando caminhamos, a população das casas e prédios apoiavam. Não existe termômetro mais forte para entender a opinião real do povo do que estar onde ele vive.” Disse Marcelo Rodrigues, presidente da Central Única dos Trabalhadores no Rio de Janeiro. O ato foi feito do subúrbio, com o subúrbio e para o subúrbio.

Título: Diretas Já chega ao subúrbio carioca, Conteúdo: No último domingo (04), um ato tomou conta do subúrbio no Rio de Janeiro. Artistas de diversas matrizes compuseram a parte cultural. Desde o Rap periférico de B Negão até os bambas do samba como Monarco e Zé Luiz do Império. Representando os movimentos sociais, centrais sindicais se fizeram presentes. E para ouvir o clamor do povo, parlamentares do congresso nacional da ala progressista. A caminhada que começou no portão do Parque Madureira e seguiu até a praça Paulo da Portela. Centenas de pessoas acompanharam o ato político e cultural. O espaço foi utilizado por produtores locais para expor seu trabalho que por questões sociais não atingem a zona sul da cidade. Se apresentaram e deixaram seu recado no palco artistas periféricos, nascidos, criados e que atuam no subúrbio. “Foi bem importante dialogamos com a população do subúrbio na porta do Parque Madureira. Quando caminhamos, a população das casas e prédios apoiavam. Não existe termômetro mais forte para entender a opinião real do povo do que estar onde ele vive.” Disse Marcelo Rodrigues, presidente da Central Única dos Trabalhadores no Rio de Janeiro. O ato foi feito do subúrbio, com o subúrbio e para o subúrbio.



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