Greve força bancos a negociar

"Esperamos que a negociação seja séria e que os bancos apresentem uma proposta digna que respeite e valorize o trabalhador bancário", afirmou a presidenta do Sindicato, Adriana Nalesso

Escrito por: Bancários Rio • Publicado em: 27/09/2016 - 10:54 Escrito por: Bancários Rio Publicado em: 27/09/2016 - 10:54

Nando Neves

A forte greve nacional dos bancários, a maior de toda a história, fez com que os banqueiros, no 21º dia da paralisação, aceitassem retomar as negociações. A solicitação foi feita pelo Comando Nacional dos Bancários na sexta-feira e a resposta veio ontem (26/9) à tarde. A rodada foi marcada para hoje, às 14 horas, em São Paulo, onde o Comando já se encontrava reunido, para fazer uma avaliação da greve e organizar o seu fortalecimento.

"Esperamos que a negociação seja séria e que os bancos apresentem uma proposta digna que respeite e valorize o trabalhador bancário", afirmou a presidenta do Sindicato, Adriana Nalesso, membro do Comando Nacional. Para a dirigente, é o momento de ampliar ainda mais a greve, o fator mais relevante para garantir a mudança no rumo nas negociações.

A proposta rebaixada feita pela Fenaban e já rejeitada anteriormente, foi de 7% mais R$ 3,3 mil de abono. Não repõe sequer as perdas da inflação (9,62%) e ignora os 5% de aumento real, que, somados resultam no índice de reajuste reivindicado de 14,62%. A Fenaban disse não à PLR de três salários mais R$ 8.317,90 e recusou-se a discutir as demais cláusulas.

A greve continua forte em todo o país. Ontem, 21º dia da paralisação, estavam paradas 13.420 agências e 33 centros administrativos. O número representa 57% das agências de todo o Brasil. Na cidade do Rio de janeiro foram 411 agências paralisadas, número superior às 407 de sexta-feira passada. O movimento foi mais forte em bairros da Zona Norte, como Pavuna, Penha, Olaria, Vila Isabel, Maracanã e na Praça da Bandeira, bem como em Campo Grande, na Zona Oeste, em bairros da Zona Sul, como a Glória e no Centro da Cidade. Estão com atividades suspensas, ainda, seis grandes prédios administrativos.

Título: Greve força bancos a negociar, Conteúdo: A forte greve nacional dos bancários, a maior de toda a história, fez com que os banqueiros, no 21º dia da paralisação, aceitassem retomar as negociações. A solicitação foi feita pelo Comando Nacional dos Bancários na sexta-feira e a resposta veio ontem (26/9) à tarde. A rodada foi marcada para hoje, às 14 horas, em São Paulo, onde o Comando já se encontrava reunido, para fazer uma avaliação da greve e organizar o seu fortalecimento. Esperamos que a negociação seja séria e que os bancos apresentem uma proposta digna que respeite e valorize o trabalhador bancário, afirmou a presidenta do Sindicato, Adriana Nalesso, membro do Comando Nacional. Para a dirigente, é o momento de ampliar ainda mais a greve, o fator mais relevante para garantir a mudança no rumo nas negociações. A proposta rebaixada feita pela Fenaban e já rejeitada anteriormente, foi de 7% mais R$ 3,3 mil de abono. Não repõe sequer as perdas da inflação (9,62%) e ignora os 5% de aumento real, que, somados resultam no índice de reajuste reivindicado de 14,62%. A Fenaban disse não à PLR de três salários mais R$ 8.317,90 e recusou-se a discutir as demais cláusulas. A greve continua forte em todo o país. Ontem, 21º dia da paralisação, estavam paradas 13.420 agências e 33 centros administrativos. O número representa 57% das agências de todo o Brasil. Na cidade do Rio de janeiro foram 411 agências paralisadas, número superior às 407 de sexta-feira passada. O movimento foi mais forte em bairros da Zona Norte, como Pavuna, Penha, Olaria, Vila Isabel, Maracanã e na Praça da Bandeira, bem como em Campo Grande, na Zona Oeste, em bairros da Zona Sul, como a Glória e no Centro da Cidade. Estão com atividades suspensas, ainda, seis grandes prédios administrativos.



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