Maia quer destruir CLT porque é financiado pelos empresários

Escrito por: CUT • Publicado em: 09/03/2017 - 14:21 Escrito por: CUT Publicado em: 09/03/2017 - 14:21

Congresso em foco

O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, criticou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que defendeu o fim da Justiça do Trabalho nesta quarta-feira (8).

“O Rodrigo Maia demonstra que ele não deveria ter sido eleito para a presidência da Câmara dos Deputados, ele não tem estatura para exercer esse cargo. Ele só afirma que a Justiça do Trabalho não deve existir porque é financiado pelos empresários e defende os interesses deles”, aponta Vagner Freitas.

Para o dirigente CUTista, “a proposta do Temer é grave e não protege o trabalhador, protege os empresários. Isso só nos motiva a construir um Dia Nacional de Paralisação (15 de março) ainda maior, para barrar, também, essa Reforma Trabalhista.”

Em entrevista nesta quarta-feira (8), Rodrigo Maia atacou os direitos da classe trabalhadora. “O excesso de regras no mercado de trabalho não gerou nada no Brasil e os juízes tomando decisões das mais irresponsáveis, quebraram o sistema de hotel, bar e restaurantes no Rio de Janeiro. O setor de serviço e de alimentação quebrou pela irresponsabilidade da Justiça do Trabalho no Rio de Janeiro. [...] Foi quebrando todo mundo pela irresponsabilidade da Justiça brasileira, da Justiça do Trabalho, que não deveria nem existir”, afirmou o parlamentar, que classificou a Reforma Trabalhista como “tímida”.

Título: Maia quer destruir CLT porque é financiado pelos empresários, Conteúdo: O presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, criticou o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que defendeu o fim da Justiça do Trabalho nesta quarta-feira (8). “O Rodrigo Maia demonstra que ele não deveria ter sido eleito para a presidência da Câmara dos Deputados, ele não tem estatura para exercer esse cargo. Ele só afirma que a Justiça do Trabalho não deve existir porque é financiado pelos empresários e defende os interesses deles”, aponta Vagner Freitas. Para o dirigente CUTista, “a proposta do Temer é grave e não protege o trabalhador, protege os empresários. Isso só nos motiva a construir um Dia Nacional de Paralisação (15 de março) ainda maior, para barrar, também, essa Reforma Trabalhista.” Em entrevista nesta quarta-feira (8), Rodrigo Maia atacou os direitos da classe trabalhadora. “O excesso de regras no mercado de trabalho não gerou nada no Brasil e os juízes tomando decisões das mais irresponsáveis, quebraram o sistema de hotel, bar e restaurantes no Rio de Janeiro. O setor de serviço e de alimentação quebrou pela irresponsabilidade da Justiça do Trabalho no Rio de Janeiro. [...] Foi quebrando todo mundo pela irresponsabilidade da Justiça brasileira, da Justiça do Trabalho, que não deveria nem existir”, afirmou o parlamentar, que classificou a Reforma Trabalhista como “tímida”.



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