Mais de 1200 são demitidos em UPAs

Dentre os demitidos estão gestantes e pessoas de licença médica

Escrito por: CUT Rio • Publicado em: 11/01/2018 - 15:17 • Última modificação: 11/01/2018 - 16:55 Escrito por: CUT Rio Publicado em: 11/01/2018 - 15:17 Última modificação: 11/01/2018 - 16:55

No último mês houve um genocídio de profissionais da saúde no Estado do Rio de Janeiro, aproximadamente 1200 demitidos em 4 UPAS:
Marechal Hermes, Ricardo de Albuquerque, Realengo e Bangu.

Não houve critérios que poupassem gestantes, pessoas com licença médica e demais casos que prevem alguma estabilidade. Tampouco foram poupadas áreas de extrema importância para o funcionamento da nossa saúde básica. Administrativo, limpeza, maqueiros, técnicos de enfermagem, radiologistas, enfermeiros, e médicos foram mandados embora no atacado.

No último dia 10 de janeiro, um diretor da empresa Lagos (prestadora de serviço as UPAs) finalmente se reuniu com a comissão de demitidos. Sem opção, hoje, dia 11 de janeiro, os profissionais amanheceram em protesto por uma nova reunião. Estiveram presentes não só os sindicatos filiados a CUT da área da saúde, como também o Presidente da CUT no Rio de Janeiro, Marcelo Rodrigues. A pressão foi vitóriosa e uma nova reunião com dois diretores da empresa Lagos ocorreu. tendo em prosseguimento uma reunião com o sub-secretário saúde do Estado.

Nenhuma solução definitiva foi apontada, então uma nova reunião acontecerá na próxima segunda-feira (15) às 11h para tratar primeiramente do 13º salário de 2017, cálculo de repasse das verbas recisórias, salarios dos dias trabalhados de dezembro de 2017 e a reintegração dos licenciados e das gestantes.

É muito importante manter a pressão para que os trabalhadores da saúde tenham sua voz ouvida, portanto, convocamos a todos para um novo ato de dia 15 às 9h na porta da Secretária de Saúde na Rua México, 128. 

Não desmobilizaremos a pressão enquanto os trabalhadores não saírem vitoriosos das negociações!

 

Título: Mais de 1200 são demitidos em UPAs, Conteúdo: No último mês houve um genocídio de profissionais da saúde no Estado do Rio de Janeiro, aproximadamente 1200 demitidos em 4 UPAS: Marechal Hermes, Ricardo de Albuquerque, Realengo e Bangu. Não houve critérios que poupassem gestantes, pessoas com licença médica e demais casos que prevem alguma estabilidade. Tampouco foram poupadas áreas de extrema importância para o funcionamento da nossa saúde básica. Administrativo, limpeza, maqueiros, técnicos de enfermagem, radiologistas, enfermeiros, e médicos foram mandados embora no atacado. No último dia 10 de janeiro, um diretor da empresa Lagos (prestadora de serviço as UPAs) finalmente se reuniu com a comissão de demitidos. Sem opção, hoje, dia 11 de janeiro, os profissionais amanheceram em protesto por uma nova reunião. Estiveram presentes não só os sindicatos filiados a CUT da área da saúde, como também o Presidente da CUT no Rio de Janeiro, Marcelo Rodrigues. A pressão foi vitóriosa e uma nova reunião com dois diretores da empresa Lagos ocorreu. tendo em prosseguimento uma reunião com o sub-secretário saúde do Estado. Nenhuma solução definitiva foi apontada, então uma nova reunião acontecerá na próxima segunda-feira (15) às 11h para tratar primeiramente do 13º salário de 2017, cálculo de repasse das verbas recisórias, salarios dos dias trabalhados de dezembro de 2017 e a reintegração dos licenciados e das gestantes. É muito importante manter a pressão para que os trabalhadores da saúde tenham sua voz ouvida, portanto, convocamos a todos para um novo ato de dia 15 às 9h na porta da Secretária de Saúde na Rua México, 128.  Não desmobilizaremos a pressão enquanto os trabalhadores não saírem vitoriosos das negociações!  



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