Metalúrgicos de estaleiro de Niterói protestam na Transpetro

Sindicato pede o fim das demissões e o pagamento das indenizações dos demitidos no dia 22 de junho

Escrito por: Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói • Publicado em: 06/07/2015 - 11:45 • Última modificação: 07/07/2015 - 18:02 Escrito por: Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói Publicado em: 06/07/2015 - 11:45 Última modificação: 07/07/2015 - 18:02

Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói

Cerca de mil trabalhadores do Estaleiro Eisa Petro Um (Estaleiro Mauá), de Niterói, fizeram uma passeata em direção à sede da Transpetro, no centro do Rio, para protestar contras as demissões e também o fechamento do estaleiro. O ato foi organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói.

Na quinta-feira (03), a empresa comunicou aos trabalhadores a paralisação das atividades por tempo indeterminado alegando problemas financeiros. A mobilização dos metalúrgicos arrancou uma nova negociação com a Transpetro para a próxima semana. A Secretária Geral da Presidência da República também entrou nas negociações. O Sindicato pede o fim das demissões e o pagamento das indenizações dos cerca de mil trabalhadores demitidos pelo estaleiro no último dia 22 de junho.

Os trabalhadores comemoraram a entrada da Presidência da República nas negociações. Uma nova assembleia com a categoria está agendada para terça-feira (07) no Sindicato. Durante as manifestações, a empresa depositou um salário nominal de cada trabalhador demitido na semana passada. Sobre as indenizações das verbas rescisórias, o estaleiro ainda não se manifestou.

“Fizemos uma passeata vitoriosa com os trabalhadores. A Transpetro remarcou a nossa audiência para semana que vem onde vamos buscar juntos possíveis soluções para a manutenção dos empregos. A empresa sequer se manifestou sobre o fechamento e o pagamento das rescisões. É uma vergonha. Tudo que está acontecendo agora é resultado de uma ineficiente gestão administrativa. Esperamos que com a entrada da Secretaria da Presidência da República as coisas se clareiam na próxima semana. São três mil chefes de famílias que dependem dos empregos”, afirma Edson Rocha, presidente do Sindicato.

Para garantir o cumprimento de todos os direitos dos trabalhadores o Sindicato ajuizou uma ação coletiva na 3º Vara do Trabalho de Niterói. A ação contempla todos os demitidos e pede a reintegração imediata dos trabalhadores já que a demissão em massa não foi negociada com o Sindicato conforme manda a lei.

Título: Metalúrgicos de estaleiro de Niterói protestam na Transpetro, Conteúdo: Cerca de mil trabalhadores do Estaleiro Eisa Petro Um (Estaleiro Mauá), de Niterói, fizeram uma passeata em direção à sede da Transpetro, no centro do Rio, para protestar contras as demissões e também o fechamento do estaleiro. O ato foi organizado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói. Na quinta-feira (03), a empresa comunicou aos trabalhadores a paralisação das atividades por tempo indeterminado alegando problemas financeiros. A mobilização dos metalúrgicos arrancou uma nova negociação com a Transpetro para a próxima semana. A Secretária Geral da Presidência da República também entrou nas negociações. O Sindicato pede o fim das demissões e o pagamento das indenizações dos cerca de mil trabalhadores demitidos pelo estaleiro no último dia 22 de junho. Os trabalhadores comemoraram a entrada da Presidência da República nas negociações. Uma nova assembleia com a categoria está agendada para terça-feira (07) no Sindicato. Durante as manifestações, a empresa depositou um salário nominal de cada trabalhador demitido na semana passada. Sobre as indenizações das verbas rescisórias, o estaleiro ainda não se manifestou. “Fizemos uma passeata vitoriosa com os trabalhadores. A Transpetro remarcou a nossa audiência para semana que vem onde vamos buscar juntos possíveis soluções para a manutenção dos empregos. A empresa sequer se manifestou sobre o fechamento e o pagamento das rescisões. É uma vergonha. Tudo que está acontecendo agora é resultado de uma ineficiente gestão administrativa. Esperamos que com a entrada da Secretaria da Presidência da República as coisas se clareiam na próxima semana. São três mil chefes de famílias que dependem dos empregos”, afirma Edson Rocha, presidente do Sindicato. Para garantir o cumprimento de todos os direitos dos trabalhadores o Sindicato ajuizou uma ação coletiva na 3º Vara do Trabalho de Niterói. A ação contempla todos os demitidos e pede a reintegração imediata dos trabalhadores já que a demissão em massa não foi negociada com o Sindicato conforme manda a lei.



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