Ministro recebe sentença que condena Eisa e Transpetro

Cópia do documento foi entregue pelo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói

Escrito por: STIMMMENI • Publicado em: 01/10/2015 - 17:47 Escrito por: STIMMMENI Publicado em: 01/10/2015 - 17:47

STIMMMENI

O Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, recebeu, nesta quarta-feira (30), em audiência com representantes dos trabalhadores, empresários, Petrobras e deputados,  uma cópia da sentença da Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Trabalho de Niterói e pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói contra o Estaleiro Eisa Petro Um (Estaleiro Mauá) e a Transpetro. O processo transcorreu na 3ª Vara do Trabalho de Niterói e foi julgado pelo juiz Paulo de Tarso Brandão que condenou as empresas a pagarem as dívidas trabalhistas dos 3.300 funcionários demitidos pelo estaleiro nos últimos meses. A dívida ultrapassa os R$ 60 milhões já que englobam salários, indenizações trabalhistas e depósitos atrasados de FGTS.

“O Ministro leu atentamente a decisão em favor dos trabalhadores e nos adiantou que acontecerá uma reunião nesta sexta-feira (02), às 10hs, na Petrobras para discutir os problemas do Estaleiro EISA Petro Um (Mauá) com as presenças de German Efromovich, representantes da Petrobrás e Transpetro e nós trabalhadores afetados. O Ministro Eduardo Braga mostrou disposição de negociar e afirmou que era um absurdo a empresa usar a necessidade dos trabalhadores como forma de pressionar a Transpetro, como também a Transpetro deixar chegar tão longe este problema. Talvez essa tenha sido a reunião mais produtiva e profícua que realizamos em Brasília até agora”, revela Edson Rocha, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói.

A audiência com o Ministro Eduardo Braga fez parte de um requerimento da Comissão Financeira de Fiscalização e Controle (CFFC) da Câmara dos Deputados  para discutir a situação dos contratos de construção naval de navios tanques, sondas de perfuração e plataformas de produção e exploração em todo país. O encontro ocorreu no Ministério de Minas e Energia.

Edson Rocha ainda distribuiu cópias da sentença a empresários e representantes da Petrobras. O mandatário do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Niterói, cobrou uma solução imediata e clamou aos representantes do grupo Eisa e Transpetro que não recorram da sentença. A apresentação de recursos atrasaria ainda mais o pagamento dos trabalhadores.

Título: Ministro recebe sentença que condena Eisa e Transpetro, Conteúdo: O Ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, recebeu, nesta quarta-feira (30), em audiência com representantes dos trabalhadores, empresários, Petrobras e deputados,  uma cópia da sentença da Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Trabalho de Niterói e pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói contra o Estaleiro Eisa Petro Um (Estaleiro Mauá) e a Transpetro. O processo transcorreu na 3ª Vara do Trabalho de Niterói e foi julgado pelo juiz Paulo de Tarso Brandão que condenou as empresas a pagarem as dívidas trabalhistas dos 3.300 funcionários demitidos pelo estaleiro nos últimos meses. A dívida ultrapassa os R$ 60 milhões já que englobam salários, indenizações trabalhistas e depósitos atrasados de FGTS. “O Ministro leu atentamente a decisão em favor dos trabalhadores e nos adiantou que acontecerá uma reunião nesta sexta-feira (02), às 10hs, na Petrobras para discutir os problemas do Estaleiro EISA Petro Um (Mauá) com as presenças de German Efromovich, representantes da Petrobrás e Transpetro e nós trabalhadores afetados. O Ministro Eduardo Braga mostrou disposição de negociar e afirmou que era um absurdo a empresa usar a necessidade dos trabalhadores como forma de pressionar a Transpetro, como também a Transpetro deixar chegar tão longe este problema. Talvez essa tenha sido a reunião mais produtiva e profícua que realizamos em Brasília até agora”, revela Edson Rocha, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói. A audiência com o Ministro Eduardo Braga fez parte de um requerimento da Comissão Financeira de Fiscalização e Controle (CFFC) da Câmara dos Deputados  para discutir a situação dos contratos de construção naval de navios tanques, sondas de perfuração e plataformas de produção e exploração em todo país. O encontro ocorreu no Ministério de Minas e Energia. Edson Rocha ainda distribuiu cópias da sentença a empresários e representantes da Petrobras. O mandatário do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Niterói, cobrou uma solução imediata e clamou aos representantes do grupo Eisa e Transpetro que não recorram da sentença. A apresentação de recursos atrasaria ainda mais o pagamento dos trabalhadores.



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