Mulheres da CUT-RJ ocuparam Central do Brasil no 8 de Março

Em evento que contou com forte adesão dos sindicatos cutistas no estado, que ganharam o reforço de entidades parceiras e partidos políticos do campo popular, a central marcou a passagem do...

Escrito por: Imprensa CUT-RJ • Publicado em: 11/03/2013 - 15:13 Escrito por: Imprensa CUT-RJ Publicado em: 11/03/2013 - 15:13

Em evento que contou com forte adesão dos sindicatos cutistas no estado, que ganharam o reforço de entidades parceiras e partidos políticos do campo popular, a central marcou a passagem do Dia Internacional da Mulher, nesta sexta-feita, indo aonde o povo está. Ocupando a Central no Brasil no horário em que as trabalhadoras e os trabalhadores voltam para a casa depois do trabalho, as militantes e dirigentes sindicais presentes distribuíram grande quantidade de panfletos e jornais sobre o 8 de Março, além de uma cartilha sobre a Lei Maria da Penha.

Tendo a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-RJ, Virgínia Berriel, como cicerone, prestigiaram a atividade, e levaram suas mensagens para as as milhares  de mulheres que transitavam pelo local, o presidente da CUT no estado, Darby Igayara, e várias militantes e dirigentes representando os seguintes sindicatos : Bancários do Rio e de Angra dos Reis, Sinpro-Rio, Trabalhadoras Domésticas, Sintufrj, Sinttel-Rio, Enfermeiros, Contraf-CUT, Sintsaúde, Sindpd-RJ, Psicólogos e Servidores Públicos de São Gonçalo. O Partido dois Trabalhadores e o Partido Comunista Revolucionário também engrossaram a manifestação, bem como o mandato da deputada estadual Inês Pandeló (PT) e a Marcha Mundial das Mulheres.

Chamou a atenção o grande interesse das mulheres, e também dos homens, pelos discursos e pelo material distrubído. Muitas abordavam as sindicalistas para tirar dúvidas sobre a Lei Maria da Penha ou falar sobre problemas trabalhistas e familiares. O fato é que o vermelho da CUT se uniu ao lilás da luta das mulheres num final de tarde de forte conteúdo político, pois as mulheres deixaram claro que o Dia Internacional da Mulher é, sobretudo, um dia de luta. Luta para pôr fim à violência contra a mulher, luta pelo reconhecimento da Convenção 89 da OIT (que estende os benefícios trabalhistas às domésticas, luta por igualdade salarial com os homens , luta contra o machismo, o sexismo e o preconceito.

Título: Mulheres da CUT-RJ ocuparam Central do Brasil no 8 de Março, Conteúdo: Em evento que contou com forte adesão dos sindicatos cutistas no estado, que ganharam o reforço de entidades parceiras e partidos políticos do campo popular, a central marcou a passagem do Dia Internacional da Mulher, nesta sexta-feita, indo aonde o povo está. Ocupando a Central no Brasil no horário em que as trabalhadoras e os trabalhadores voltam para a casa depois do trabalho, as militantes e dirigentes sindicais presentes distribuíram grande quantidade de panfletos e jornais sobre o 8 de Março, além de uma cartilha sobre a Lei Maria da Penha. Tendo a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-RJ, Virgínia Berriel, como cicerone, prestigiaram a atividade, e levaram suas mensagens para as as milhares  de mulheres que transitavam pelo local, o presidente da CUT no estado, Darby Igayara, e várias militantes e dirigentes representando os seguintes sindicatos : Bancários do Rio e de Angra dos Reis, Sinpro-Rio, Trabalhadoras Domésticas, Sintufrj, Sinttel-Rio, Enfermeiros, Contraf-CUT, Sintsaúde, Sindpd-RJ, Psicólogos e Servidores Públicos de São Gonçalo. O Partido dois Trabalhadores e o Partido Comunista Revolucionário também engrossaram a manifestação, bem como o mandato da deputada estadual Inês Pandeló (PT) e a Marcha Mundial das Mulheres. Chamou a atenção o grande interesse das mulheres, e também dos homens, pelos discursos e pelo material distrubído. Muitas abordavam as sindicalistas para tirar dúvidas sobre a Lei Maria da Penha ou falar sobre problemas trabalhistas e familiares. O fato é que o vermelho da CUT se uniu ao lilás da luta das mulheres num final de tarde de forte conteúdo político, pois as mulheres deixaram claro que o Dia Internacional da Mulher é, sobretudo, um dia de luta. Luta para pôr fim à violência contra a mulher, luta pelo reconhecimento da Convenção 89 da OIT (que estende os benefícios trabalhistas às domésticas, luta por igualdade salarial com os homens , luta contra o machismo, o sexismo e o preconceito.



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