Não ocupamos por bagunça, mas porque acreditamos no futuro do Brasil

Discurso de Ana Júlia surpreendeu deputados da Assembleia Legislativa do Paraná

Escrito por: Imprensa CUT Nacional • Publicado em: 27/10/2016 - 14:19 Escrito por: Imprensa CUT Nacional Publicado em: 27/10/2016 - 14:19

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O discurso da estudante secundarista Ana Júlia Pires Ribeiro tomou conta das redes sociais. Ela foi escolhida para falar na Assembleia Legislativa do Paraná sobre a mobilização que já ocupa cerca de 800 escolas no estado. Aluna do Colégio Estadual Senador Manuel Guimarães, em Curitiba, a adolescente de 16 anos fez questão de defender a legitimidade do movimento. “A nossa única bandeira é a educação e é apartidária”, disse.

Ana Júlia criticou o projeto Escola Sem Partido e a PEC 241, que congela os gastos públicos durante vinte anos. Emocionada, a jovem ainda rechaçou a ideia de que a luta pela melhoria do ensino seja violenta e que os alunos estejam doutrinados por partidos de esquerda. “É um insulto a nós, que estamos lá, nos dedicando, procurando motivação todos os dias, sermos chamados de doutrinados. É um insulto aos estudantes, aos professores”, afirmou

Título: Não ocupamos por bagunça, mas porque acreditamos no futuro do Brasil, Conteúdo: O discurso da estudante secundarista Ana Júlia Pires Ribeiro tomou conta das redes sociais. Ela foi escolhida para falar na Assembleia Legislativa do Paraná sobre a mobilização que já ocupa cerca de 800 escolas no estado. Aluna do Colégio Estadual Senador Manuel Guimarães, em Curitiba, a adolescente de 16 anos fez questão de defender a legitimidade do movimento. “A nossa única bandeira é a educação e é apartidária”, disse. Ana Júlia criticou o projeto Escola Sem Partido e a PEC 241, que congela os gastos públicos durante vinte anos. Emocionada, a jovem ainda rechaçou a ideia de que a luta pela melhoria do ensino seja violenta e que os alunos estejam doutrinados por partidos de esquerda. “É um insulto a nós, que estamos lá, nos dedicando, procurando motivação todos os dias, sermos chamados de doutrinados. É um insulto aos estudantes, aos professores”, afirmou



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