Niterói e região mantém 100% das agências fechadas

Cresce adesão à greve dos bancários em todo país

Escrito por: Sindicato dos Bancários de Niterói e região • Publicado em: 07/10/2015 - 18:27 Escrito por: Sindicato dos Bancários de Niterói e região Publicado em: 07/10/2015 - 18:27

Sindicato dos Bancários de Niterói e região

A greve dos bancários começou com a paralisação do funcionamento de agências e de centros administrativos dos grandes bancos em 20 Estados e no Distrito Federal. No segundo dia de paralisação, mais de sete mil agências foram paradas em todo país. Em Niterói e região, a adesão permaneceu em 100% das 240 unidades distribuídas nos 16 municípios abrangidos pelo Sindicato dos Bancários de Niterói. No país, os dez maiores bancos contam com 22.065 agências.

Uma nova assembleia para avaliar a greve acontece nesta quinta-feira (08), às 18h, na sede do Sindicato que fica a Rua Evaristo da Veiga, 37 – Centro de Niterói. Os bancos ofereceram reajuste de 5,5% diante do pedido da categoria que é de 16%. Aposentados e pensionistas tiveram o recebimento do benefício garantido através de contingência montada pelo sindicato para o atendimento.

Números do Banco Central mostram que as agências ainda são o principal canal bancário para transações de tomada de crédito, somando 458,9 milhões de operações desse tipo no ano passado. Nos ATMs (caixas eletrônicos) e no internet banking, as transações de tomada de crédito somaram 126 milhões e 141,1 milhões, respectivamente. Mesmo assim, os bancos insistem em diminuir os quadros de funcionários sobrecarregando os poucos que permanecem nas agências.

A expectativa de bancos e bancários é que as negociações deste ano sejam especialmente árduas. A diferença entre a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), de reajuste de 5,5% está muito aquém do pedido pelos bancários, de reajuste de 16% - o que representaria aumento real de 5,7%.

“O movimento continua forte em toda região. A tendência é que as adesões cresçam em todo país. Os números de bancários no movimento são crescentes. A categoria está aberta a uma nova negociação. A contrapartida tem que vir da Fenaban. Os bancos lucram alto e não repassam aos seus funcionários. Esse é o motivo da nossa luta. A greve continua nos restante da semana”, avalia Heber Mathias, Secretário de Imprensa do Sindicato dos Bancários de Niterói e região.

Título: Niterói e região mantém 100% das agências fechadas, Conteúdo: A greve dos bancários começou com a paralisação do funcionamento de agências e de centros administrativos dos grandes bancos em 20 Estados e no Distrito Federal. No segundo dia de paralisação, mais de sete mil agências foram paradas em todo país. Em Niterói e região, a adesão permaneceu em 100% das 240 unidades distribuídas nos 16 municípios abrangidos pelo Sindicato dos Bancários de Niterói. No país, os dez maiores bancos contam com 22.065 agências. Uma nova assembleia para avaliar a greve acontece nesta quinta-feira (08), às 18h, na sede do Sindicato que fica a Rua Evaristo da Veiga, 37 – Centro de Niterói. Os bancos ofereceram reajuste de 5,5% diante do pedido da categoria que é de 16%. Aposentados e pensionistas tiveram o recebimento do benefício garantido através de contingência montada pelo sindicato para o atendimento. Números do Banco Central mostram que as agências ainda são o principal canal bancário para transações de tomada de crédito, somando 458,9 milhões de operações desse tipo no ano passado. Nos ATMs (caixas eletrônicos) e no internet banking, as transações de tomada de crédito somaram 126 milhões e 141,1 milhões, respectivamente. Mesmo assim, os bancos insistem em diminuir os quadros de funcionários sobrecarregando os poucos que permanecem nas agências. A expectativa de bancos e bancários é que as negociações deste ano sejam especialmente árduas. A diferença entre a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), de reajuste de 5,5% está muito aquém do pedido pelos bancários, de reajuste de 16% - o que representaria aumento real de 5,7%. “O movimento continua forte em toda região. A tendência é que as adesões cresçam em todo país. Os números de bancários no movimento são crescentes. A categoria está aberta a uma nova negociação. A contrapartida tem que vir da Fenaban. Os bancos lucram alto e não repassam aos seus funcionários. Esse é o motivo da nossa luta. A greve continua nos restante da semana”, avalia Heber Mathias, Secretário de Imprensa do Sindicato dos Bancários de Niterói e região.



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