Portuários se reúnem em Assembleia na última segunda-feira (26)

Os temas apresentados foram: As reformas trabalhistas e previdenciárias, as negociações envolvendo o Acordo Coletivo de Trabalho e a situação do Instituto PORTUS.

Escrito por: Portuários • Publicado em: 27/06/2017 - 11:48 • Última modificação: 03/07/2017 - 11:51 Escrito por: Portuários Publicado em: 27/06/2017 - 11:48 Última modificação: 03/07/2017 - 11:51

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Trabalhadoras e trabalhadores portuários lotaram a plenária em Assembleia Geral convocada pelo Sindicato dos Portuários/RJ na manhã desta segunda, em atendimento a convocação das Centrais Sindicais para Greve Nacional do dia 30/06. Foram debatidas questões de interesse nacional, regional e específicas da categoria. Os temas apresentados foram: As reformas trabalhistas e previdenciárias, as negociações envolvendo o Acordo Coletivo de Trabalho e a situação do Instituto PORTUS.

O presidente do Sindicato dos Portuários, Sérgio Giannetto, fez os informes acerca dos acontecimentos que culminaram na invalidez da resposta da CDRJ em relação ao Acordo Coletivo de Trabalho. O presidente fez questão de apontar que a Companhia, perdeu os prazos previstos no artigo 35º do ACT vigente e ainda fez referência, no mínimo indecorosa, de reajuste zero e retirada de cláusulas sociais.

Giannetto também destacou aspectos importantes da luta portuária além do ACT, bem como o cenário de distribuição de cargos por critérios político-partidários dentro da CDRJ. Apresentou a proposta do Sindicato acerca da efetiva participação da categoria na Greve Nacional prevista para o dia 30/06, que foi aprovada por unanimidade. Terminou sua fala convocando a todos os portuários para estarem em unidade e de prontidão para esse dia. “Precisamos ocupar as ruas com nossas reivindicações, vamos fazer barulho em um grande Ato público em frente à empresa e mostrar que a categoria portuária está junta no âmbito nacional de lutas”, ressaltou o presidente.

A companheira Lia Mara fez sua intervenção ressaltando a responsabilidade das patrocinadoras no montante da dívida que hoje assombra o fundo. Finalizou chamando a atenção para o risco iminente de liquidação do Instituto e conclamou a categoria a se unir e reivindicar uma solução junto às autoridades competentes. A fala da companheira foi reiterada pelos dirigentes sindicais, Kleber Correa, Luiz Francisco, e Nildes Sampaio que complementou quanto a importância do dia 30. “Nós portuários, faremos do dia 30, um dia de muito trabalho para manifestar nossa indignação com o que vem acontecendo com o PORTUS, o desalfandegamento, o ataque as Estatais e a tentativa avassaladora do Congresso Nacional de implementar as reformas trabalhista e previdenciária custe o que custar.” Enfatizou Nildes, diretora do Sindicato dos Portuários/RJ.

O diretor Sérgio Mendonça alertou sobre audiência pública que acontecerá no dia 4 de julho na Câmara dos deputados onde se discutirá sobre o futuro das Companhias Docas e também dialogou levando a reflexão em torno da necessidade de debater o futuro financeiro do Instituto PORTUS e suas propostas ao Governo Federal.

Ao final da Assembleia ficou decidido unanimemente que os portuários se reunirão novamente no dia 29/06 (quinta-feira), às 11 horas, para deliberar sobre a organização da categoria na Greve Geral, definir quais serão as ações tomadas nesse dia juntamente com outros setores e forma que apresentaremos as pautas específicas dos portuários à sociedade no dia 30 de junho.

Título: Portuários se reúnem em Assembleia na última segunda-feira (26), Conteúdo: Trabalhadoras e trabalhadores portuários lotaram a plenária em Assembleia Geral convocada pelo Sindicato dos Portuários/RJ na manhã desta segunda, em atendimento a convocação das Centrais Sindicais para Greve Nacional do dia 30/06. Foram debatidas questões de interesse nacional, regional e específicas da categoria. Os temas apresentados foram: As reformas trabalhistas e previdenciárias, as negociações envolvendo o Acordo Coletivo de Trabalho e a situação do Instituto PORTUS. O presidente do Sindicato dos Portuários, Sérgio Giannetto, fez os informes acerca dos acontecimentos que culminaram na invalidez da resposta da CDRJ em relação ao Acordo Coletivo de Trabalho. O presidente fez questão de apontar que a Companhia, perdeu os prazos previstos no artigo 35º do ACT vigente e ainda fez referência, no mínimo indecorosa, de reajuste zero e retirada de cláusulas sociais. Giannetto também destacou aspectos importantes da luta portuária além do ACT, bem como o cenário de distribuição de cargos por critérios político-partidários dentro da CDRJ. Apresentou a proposta do Sindicato acerca da efetiva participação da categoria na Greve Nacional prevista para o dia 30/06, que foi aprovada por unanimidade. Terminou sua fala convocando a todos os portuários para estarem em unidade e de prontidão para esse dia. “Precisamos ocupar as ruas com nossas reivindicações, vamos fazer barulho em um grande Ato público em frente à empresa e mostrar que a categoria portuária está junta no âmbito nacional de lutas”, ressaltou o presidente. A companheira Lia Mara fez sua intervenção ressaltando a responsabilidade das patrocinadoras no montante da dívida que hoje assombra o fundo. Finalizou chamando a atenção para o risco iminente de liquidação do Instituto e conclamou a categoria a se unir e reivindicar uma solução junto às autoridades competentes. A fala da companheira foi reiterada pelos dirigentes sindicais, Kleber Correa, Luiz Francisco, e Nildes Sampaio que complementou quanto a importância do dia 30. “Nós portuários, faremos do dia 30, um dia de muito trabalho para manifestar nossa indignação com o que vem acontecendo com o PORTUS, o desalfandegamento, o ataque as Estatais e a tentativa avassaladora do Congresso Nacional de implementar as reformas trabalhista e previdenciária custe o que custar.” Enfatizou Nildes, diretora do Sindicato dos Portuários/RJ. O diretor Sérgio Mendonça alertou sobre audiência pública que acontecerá no dia 4 de julho na Câmara dos deputados onde se discutirá sobre o futuro das Companhias Docas e também dialogou levando a reflexão em torno da necessidade de debater o futuro financeiro do Instituto PORTUS e suas propostas ao Governo Federal. Ao final da Assembleia ficou decidido unanimemente que os portuários se reunirão novamente no dia 29/06 (quinta-feira), às 11 horas, para deliberar sobre a organização da categoria na Greve Geral, definir quais serão as ações tomadas nesse dia juntamente com outros setores e forma que apresentaremos as pautas específicas dos portuários à sociedade no dia 30 de junho.



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