Sem nova proposta, greve dos bancários cresce no Rio

Mais de 10 mil bancários de agências e prédios administrativos já aderiram à paralisação

Escrito por: Sindicato dos Bancários do Rio • Publicado em: 07/10/2015 - 19:58 Escrito por: Sindicato dos Bancários do Rio Publicado em: 07/10/2015 - 19:58

Sindicato dos Bancários do Rio

A adesão aumentou no segundo dia da greve nacional dos bancários Rio de Janeiro. O número de agências paradas chegou a 356, mais seis grandes prédios, a saber: dois do Banco do Brasil, um na Senador Dantas e outro no Andaraí; dois do Santander, o Administrativo na esquina da Avenida Rio Branco com Presidente Vargas, e o Call Center, em São Cristóvão; além do Bradesco da Pio X, e o da Caixa Econômica Federal na Avenida Almirante Barroso.

No primeiro dia foi contabilizada apenas a adesão de agências do Centro: foram 170. Este número subiu para 195, nesta quarta-feira (7), mais 161 agências que aderiram nos bairros, 356 ao todo, portanto, em toda a cidade. Considerando uma média de 15 empregados por agência, aderiram cerca de 5.340 bancários, e em torno de 5 mil, contando os prédios administrativos, um total de 10.340 bancários.

A tendência é a greve se ampliar, tanto na cidade do Rio de Janeiro, quanto no restante do país devido ao silêncio da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que não apresentou nenhuma nova proposta. “O impressionante descaso dos banqueiros vêm irritando ainda mais os bancários, razão que faz com que a greve não apenas continue como se alastre a cada dia mais”, avaliou a presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Adriana Nalesso. A dirigente lembrou que o lucro dos bancos cresceu 1.065% nos últimos 10 anos tendo eles todas as condições de atender o que reivindicam os bancários.

A proposta dos bancos é de 5,5% de reajuste, índice que não repõe sequer as perdas causadas pela inflação (9,88%), ficando muito distante da reivindicação da categoria de 16% de reajuste (reposição da inflação, mais 5% de aumento real). Para esconder o arrocho salarial, a Fenaban propõe um abono de R$ 2.500 que não tem impacto no 13º, férias e FGTS, nem se incorpora ao salário. Além de 5,5% sobre as demais verbas salariais.

Título: Sem nova proposta, greve dos bancários cresce no Rio, Conteúdo: A adesão aumentou no segundo dia da greve nacional dos bancários Rio de Janeiro. O número de agências paradas chegou a 356, mais seis grandes prédios, a saber: dois do Banco do Brasil, um na Senador Dantas e outro no Andaraí; dois do Santander, o Administrativo na esquina da Avenida Rio Branco com Presidente Vargas, e o Call Center, em São Cristóvão; além do Bradesco da Pio X, e o da Caixa Econômica Federal na Avenida Almirante Barroso. No primeiro dia foi contabilizada apenas a adesão de agências do Centro: foram 170. Este número subiu para 195, nesta quarta-feira (7), mais 161 agências que aderiram nos bairros, 356 ao todo, portanto, em toda a cidade. Considerando uma média de 15 empregados por agência, aderiram cerca de 5.340 bancários, e em torno de 5 mil, contando os prédios administrativos, um total de 10.340 bancários. A tendência é a greve se ampliar, tanto na cidade do Rio de Janeiro, quanto no restante do país devido ao silêncio da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que não apresentou nenhuma nova proposta. “O impressionante descaso dos banqueiros vêm irritando ainda mais os bancários, razão que faz com que a greve não apenas continue como se alastre a cada dia mais”, avaliou a presidente do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Adriana Nalesso. A dirigente lembrou que o lucro dos bancos cresceu 1.065% nos últimos 10 anos tendo eles todas as condições de atender o que reivindicam os bancários. A proposta dos bancos é de 5,5% de reajuste, índice que não repõe sequer as perdas causadas pela inflação (9,88%), ficando muito distante da reivindicação da categoria de 16% de reajuste (reposição da inflação, mais 5% de aumento real). Para esconder o arrocho salarial, a Fenaban propõe um abono de R$ 2.500 que não tem impacto no 13º, férias e FGTS, nem se incorpora ao salário. Além de 5,5% sobre as demais verbas salariais.



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