Sindicato dos Enfermeiros convoca categoria para ato dos servidores federais

É expressiva a adesão de auxiliares de enfermagem e enfermeiros dos hospitais federais do Rio de Janeiro à greve dos servidores...

Escrito por: cutrj • Publicado em: 30/07/2012 - 00:00 Escrito por: cutrj Publicado em: 30/07/2012 - 00:00

É expressiva a adesão de auxiliares de enfermagem e enfermeiros dos hospitais federais do Rio de Janeiro à greve dos servidores públicos federais, especialmente nos hospitais da Lagoa, Ipanema, Cardiologia de Laranjeiras, Into e Cardoso Fontes.

- É hora de irmos para a rua em protesto contra o Decreto 7777 do governo, que permite a substituição dos grevistas, em flagrante desrespeito ao direito de greve consagrado pela Constituição brasileira" - diz Mônica Armada, presidente do Sindicato dos Enfermeiros do estado do Rio de Janeiro, que é filiado à CUT, convocando a categoria para a manifestação em repúdio ao decreto, marcada para esta terça-feira (31/7), às 10h, na Candelária.

Para Mônica, o fim do impasse com o servidores depende de uma nova postura por parte do governo,  o que significa a abertura de uma canal efetivo de negociação, o reconhecimento do conflito e de acordos não cumpridos, além do  fim das retaliações.

Título: Sindicato dos Enfermeiros convoca categoria para ato dos servidores federais, Conteúdo: É expressiva a adesão de auxiliares de enfermagem e enfermeiros dos hospitais federais do Rio de Janeiro à greve dos servidores públicos federais, especialmente nos hospitais da Lagoa, Ipanema, Cardiologia de Laranjeiras, Into e Cardoso Fontes. - É hora de irmos para a rua em protesto contra o Decreto 7777 do governo, que permite a substituição dos grevistas, em flagrante desrespeito ao direito de greve consagrado pela Constituição brasileira" - diz Mônica Armada, presidente do Sindicato dos Enfermeiros do estado do Rio de Janeiro, que é filiado à CUT, convocando a categoria para a manifestação em repúdio ao decreto, marcada para esta terça-feira (31/7), às 10h, na Candelária. Para Mônica, o fim do impasse com o servidores depende de uma nova postura por parte do governo,  o que significa a abertura de uma canal efetivo de negociação, o reconhecimento do conflito e de acordos não cumpridos, além do  fim das retaliações.



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