Sindicatos protestam em Campos contra a retirada de direitos

Escrito por: Bancários de Campos dos Goytacazes • Publicado em: 01/05/2018 - 13:49 • Última modificação: 01/05/2018 - 13:57 Escrito por: Bancários de Campos dos Goytacazes Publicado em: 01/05/2018 - 13:49 Última modificação: 01/05/2018 - 13:57

Sindicato dos Bancários de Campos dos Goytacazes

A véspera do feriado do Dia do Trabalhador foi de protesto em Campos contra a retirada de direitos. Com a participação de petroleiros, urbanitários, metalúrgicos, trabalhadores da construção civil e estudantes, o Sindicato dos Bancários realizou nesta segunda-feira, 30, um ato público no calçadão do Centro da cidade para reafirmar a importância da luta da classe trabalhadora e também dos pequenos empresários, que vêm sendo prejudicados com o projeto do governo Temer a serviço do grande capital nacional e internacional.



A atividade começou de manhã com passeata pelas principais ruas da cidade. No Pelourinho, no centro financeiro da cidade, os manifestantes destacaram em suas falas os desafios para a sociedade: avançar na mobilização contra os retrocessos e eleger em outubro políticos que tenham compromisso com os trabalhadores e com o combate à desigualdade social.



— É preciso enfrentar democraticamente este governo golpista. Não queremos a terceirização que nos foi imposta, a reforma trabalhista. E não vamos deixar que voltem a colocar em pauta a reforma da Previdência. Para os bancos não há crise, para os grandes empresários não há crise. A classe trabalhadora brasileira não pode continuar sendo penalizada — afirmou o presidente do Sindicato dos Bancários, Rafanele Alves Pereira.

Título: Sindicatos protestam em Campos contra a retirada de direitos, Conteúdo: A véspera do feriado do Dia do Trabalhador foi de protesto em Campos contra a retirada de direitos. Com a participação de petroleiros, urbanitários, metalúrgicos, trabalhadores da construção civil e estudantes, o Sindicato dos Bancários realizou nesta segunda-feira, 30, um ato público no calçadão do Centro da cidade para reafirmar a importância da luta da classe trabalhadora e também dos pequenos empresários, que vêm sendo prejudicados com o projeto do governo Temer a serviço do grande capital nacional e internacional. A atividade começou de manhã com passeata pelas principais ruas da cidade. No Pelourinho, no centro financeiro da cidade, os manifestantes destacaram em suas falas os desafios para a sociedade: avançar na mobilização contra os retrocessos e eleger em outubro políticos que tenham compromisso com os trabalhadores e com o combate à desigualdade social. — É preciso enfrentar democraticamente este governo golpista. Não queremos a terceirização que nos foi imposta, a reforma trabalhista. E não vamos deixar que voltem a colocar em pauta a reforma da Previdência. Para os bancos não há crise, para os grandes empresários não há crise. A classe trabalhadora brasileira não pode continuar sendo penalizada — afirmou o presidente do Sindicato dos Bancários, Rafanele Alves Pereira.



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