Trabalhadores vão à luta contra plano de negócios da Petrobras

Cortes previstos de 89 bilhões de dólares em investimentos e despesas ameaça milhares de empregos e até a sobrevivência da empresa como estatal

Escrito por: Imprensa FUP • Publicado em: 23/07/2015 - 11:19 • Última modificação: 23/07/2015 - 11:29 Escrito por: Imprensa FUP Publicado em: 23/07/2015 - 11:19 Última modificação: 23/07/2015 - 11:29

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Em todo o País aumenta a mobilização para a construção da greve nacional dos petroleiros durante o dia 24 de julho, contra o novo Plano de Gestão e Negócios aprovado pelo Conselho de Administração da Petrobrás. O novo plano é uma ameaça clara à sobrevivência da empresa como estatal, na medida em que prevê cortes de 89 bilhões de dólares em investimentos e despesas, além da venda de ativos de patrimônio da ordem de 57 bilhões de dólares.

A greve nacional de 24 horas é uma advertência da categoria à atual política da gerência que pode desmantelar o Sistema Petrobrás, pondo em risco milhares de empregos, especialmente os dos terceirizados da companhia e suas subsidiárias. Em todos os sindicatos, as bases estão aprovando por amplíssima maioria a indicação de paralisação da FUP.

Além da greve de um dia, a Federação também indicou às bases a aprovação do desconto de 2% da remuneração da categoria nos meses de agosto e setembro e a não devolução do imposto sindical deste ano para o financiamento das campanhas em defesa da Petrobrás e do Brasil e contra os desinvestimentos anunciados no Plano de Negócios. Desse montante, 50% serão destinados à Federação e 50% para o sindicato. Também estão sendo aprovas assembleias permanentes e Estado de Greve na categoria.

Título: Trabalhadores vão à luta contra plano de negócios da Petrobras, Conteúdo: Em todo o País aumenta a mobilização para a construção da greve nacional dos petroleiros durante o dia 24 de julho, contra o novo Plano de Gestão e Negócios aprovado pelo Conselho de Administração da Petrobrás. O novo plano é uma ameaça clara à sobrevivência da empresa como estatal, na medida em que prevê cortes de 89 bilhões de dólares em investimentos e despesas, além da venda de ativos de patrimônio da ordem de 57 bilhões de dólares. A greve nacional de 24 horas é uma advertência da categoria à atual política da gerência que pode desmantelar o Sistema Petrobrás, pondo em risco milhares de empregos, especialmente os dos terceirizados da companhia e suas subsidiárias. Em todos os sindicatos, as bases estão aprovando por amplíssima maioria a indicação de paralisação da FUP. Além da greve de um dia, a Federação também indicou às bases a aprovação do desconto de 2% da remuneração da categoria nos meses de agosto e setembro e a não devolução do imposto sindical deste ano para o financiamento das campanhas em defesa da Petrobrás e do Brasil e contra os desinvestimentos anunciados no Plano de Negócios. Desse montante, 50% serão destinados à Federação e 50% para o sindicato. Também estão sendo aprovas assembleias permanentes e Estado de Greve na categoria.



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